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RESUMO

Anemia de Fanconi (AF) é uma doença autossômica recessiva com diversas características clínicas, caracterizadas por anemia aplástica, anomalias congênitas variáveis e instabilidade cromossômica. As células dos pacientes apresentam perda ou demora espontâneas da fase G2 (4n pós-replicação) do ciclo celular; instabilidade cromossômica espontânea (quebras cromatídicas e intercâmbios); hipersensibilidade para quebras cromossômicas por agentes clastogênicos, como mitomicina C, diepoxibutano, cisplatina e ciclofosfamida.ÿ

Através de estudos de complementação, foi possível evidenciar 8 grupos de complementação: A, B, C, D1, D2, E, F e G. Para cada grupo de complementação foi identificado o gene responsável, sendo que uma das grandes surpresas foi a descoberta de que o gene BRCA2 do Câncer de Mama é o gene responsável pela Anemia de Fanconi D1. As proteínas codificadas por esses genes formam complexos, que estão envolvidos na sinalização de mecanismos de reparo. O presente projeto estudou as alterações nos genes FANCC e FANCA comparando-as com o fenótipo celular (DEB teste). Foram avaliados 52 pacientes com clínica sugestiva de Anemia de Fanconi.ÿ

Destes, 22 tiveram o diagnóstico confirmado ou pelo DEB teste ou pela análise das mutações. As mutações analisadas no gene FANCC foram DG322, IVS4+4A©T, W22X, L496R, R548X, Q13X, R185X, e L554P, e a mutação encontrada no gene FANCA foi D3788-3790, através do método de reação em cadeia da polimerase (PCR) associada à utilização de enzimas de restrição específicas. Uma outra mutação H492G no gene FANCA foi detectada pelo método de polimorfismo da conformação da fita simples (SSCP) e posterior seqüenciamento.ÿ

A triagem feita por estas últimas técnicas foi realizada em pacientes heterozigotos para a mutação D3788-3790. Em nossa amostra de 22 casos, o DEB teste foi positivo em 20 casos (90,9%). A análise molecular encontrou alterações em 20 casos (90,9%), sendo que em 14 casos possuíam mutações pertencem ao grupo C, 6 casos ao grupo A e em 2 casos não foram detectas mutações. As mutações prevalentes do grupo C foram IVS4+4A©T e DG322, as mesmas que são freqüentes entre os pacientes Judeus Ashkenazim.ÿ

No grupo A, a mutação predominante foi a D3788-3790. Estes dois testes, citogenético e análise molecular, empregados juntos não foram capazes de definir todos os casos. Sendo assim, é necessário introduzir no Brasil o teste de complementação, a fim de direcionar a análise molecular.

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