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Atualidade universitária

Orientador: Professor Doutor Alcides Costa Vaz

Resumo: O terrorismo deixou de ser um fenômeno restrito a algumas áreas conhecidas no mundo, nas lutas pelos separatistas e revolucionários, diante da exacerbação do fundamentalismo religioso. Nesse sentido, os adeptos do extremismo islâmico se lançaram numa guerra contra o Ocidente, como esforço para desestabilizar a Ordem Internacional que consideram injusta, expressando seu ódio contra os Estados Unidos, como país ocidental representativo, pelos seus valores culturais e cristãos, pela sua exuberante economia e poderio militar. Ademais, o Governo norte-americano mantém bases militares em países muçulmanos, algo inaceitável pelos extremistas.

Nesta Dissertação, restou patente a necessidade de situar o aparelho do terror no mundo globalizado, de sorte a observar-se a conduta dos grupos extremistas nesse universo cada vez mais estreito e de ligações intrínsecas. A visão de uma unificação, sem fronteiras, proposta pela Globalização, colide com os postulados da fé que também a defende, mas com objetivos religiosos e de dominação cultural e política, por meio de um sistema teocrático, como planejam os fundamentalistas muçulmanos. Por sua vez, o cristãos radicais não deixam de vislumbrar a necessidade de antepor-se contra o avanço do Islamismo - a fé que atrai mais adeptos no mundo -, a sinalizar um choque vindouro entre as duas religiões

Cumpre ressaltar, ademais, que há um esforço, na dissertação, para vislumbrar os cenários vindouros, identificando as ameaças mais realistas. Desde o marco de 11 de setembro de 2001 - quando foram destruídas as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e danificado parte do edifício do Pentágono, em Washington, no maior atentado terrorista de todos os tempos -, o mundo, neste início de Terceiro Milênio, assiste a um espetáculo de guerras sofisticadas, primeiro no Afeganistão e depois no Iraque, com ameaças de que outros países se vejam confrontados com o mesmo poder de polícia adotado e exercido pelos Estados Unidos de forma unilateral.

Portanto, a análise do tema, em sua extensão, dá conta de sua relevância, particularmente porque expõe que a conjuntura internacional está reclamando uma tomada de posição mais direta e mais abrangente, de parte das Nações e dos Organismos Multilaterais, visando ao estabelecimento de políticas globais, para lidar-se com questão de tal porte. Afinal, como sabido, o terrorismo poderá, a curto prazo, apoderar-se de tecnologia nuclear e de armas químico-bacteriológicas, capazes de promover chantagens e destruições em massa, jamais pensadas pelos estrategistas e cientistas políticos até então.

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