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Morte de uma estrela

Cientistas brasileiros observam a mais antiga explosão cósmica


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No início do mês, os cientistas paulistas Eduardo Cypriano e Elysandra Figueredo conseguiram detectar indícios da explosão estelar GRB 050904, a partir do SOAR, Telescópio de Pesquisa Astrofísica do Sul (da sigla em inglês), no Chile. Diariamente, os astrônomos podem ver fenômenos parecidos, mas desta vez o diferencial foi que ela aconteceu a 13 bilhões de anos-luz da Terra, apenas 700 milhões de anos depois do Big Bang (a explosão que, acredita-se, tenha criado planetas e galáxias).

Trata-se da explosão cósmica mais antiga e mais distante da Terra já visualizada pela Ciência. Ela permitirá o estudo de como ocorria a formação e a morte de estrelas no início da formação do universo. O recorde de raios gama mais longínquo até então detectado havia acontecido quando o universo tinha 1,1 bilhão de anos.

A GRB 050904 durou cerca de 200 segundos. Embora pareça pouco, é muito em se tratando de eventos desse tipo. Normalmente, as explosões cósmicas têm duração de até dez segundos. A medição da "idade" do objeto levou em conta um cálculo de velocidade. Levando-se em conta que o universo está em expansão, as galáxias se afastam uma das outras. Neste raciocínio, quanto mais distante os objetos, mais rápido se afastam.







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