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Projetos da FEI sobre produção limpa são premiados na Fiesp

      

Trabalhos foram premiados durante a Conferência Paulista de Produção Mais Limpa, que aconteceu na Fiesp, em São Paulo

Três projetos de estudantes do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), que têm como tema central Produção mais Limpa nas Indústrias, foram premiados durante a Conferência Paulista de Produção, realizada pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Participaram da ação alunos de graduação de 14 instituições de ensino superior do Estado de São Paulo. Cada instituição teve três projetos premiados. Quatorze trabalhos foram premiados no concurso, de um total de 42 classificados.

Com o tema Incentivo às Práticas de Produção Mais Limpa, o concurso, realizado no último dia 23, premiou projetos que estimulam as melhores práticas aplicáveis à indústria. O primeiro colocado foi agraciado com um notebook. Já o segundo e terceiro lugares receberam certificado de participação. Entre os requisitos avaliados foram otimização de recursos naturais e de processos, além do uso de tecnologias para prevenção da poluição e apresentação de resultados e a integração e o relacionamento com a indústria.

O estudante Evandro Deliberalli, do curso de Engenharia de Produção da FEI, ficou em 1º lugar com o desenvolvimento de um sistema que otimiza o consumo de energia elétrica de condomínio e de salas comerciais em edifícios, sem realizar grandes reformas. O segundo lugar foi conquistado pelo aluno Carlos Eduardo Silva Guedes, do curso de Engenharia Elétrica, com o projeto sobre implantação de um programa de Produção Mais Limpa numa Empresa Industrial de artefatos de borracha.

Outro trabalho da FEI premiado (3º lugar) é sobre redução de perda de matéria-prima que fica acumulada nos resíduos sólidos levados para aterros, na indústria de cerâmica, desenvolvido pela aluna Mayara Bortolotti Rossini, do curso de Engenharia de Materiais.

De acordo com o professor do curso de Engenharia de Produção da FEI, dr. Giorgio Chiesa, o concurso é uma importante oportunidade para os alunos adotarem práticas que não visam somente melhorar a produtividade, mas a prática de sustentabilidade nas empresas. "Se o profissional sai da universidade com essa visão será um diferencial para o competitivo mercado, pois produzir de forma sustentável, usando adequadamente tecnologia e recursos, é um dos desafios mais significativos do mundo atual", destaca o professor.

O conceito de produção mais limpa surgiu nos Estados Unidos, migrou para a Europa, nos anos 80, e a porta de entrada no Brasil foi na década de 90, pela Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), motivando a indústria a se engajar nesse esforço.

Fonte: Assessoria de Comunicação da FEI

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