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Arte do Dia: A Dama de Shalott de John William Waterhouse

      
Arte do Dia: A Dama de Shalott de John William Waterhouse
Arte do Dia: A Dama de Shalott de John William Waterhouse  |  Fonte: Reprodução

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FICHA TÉCNICA - DAMA DE SHALOTT

Autor: John William Waterhouse
Onde ver: Tate Britain, em Londres
Ano: 1888
Técnica: Óleo sobre Tela

"E descendo o extenso e turvo rio
Como algum vidente ousado em transe,
Vendo toda sua própria miséria -
Com um semblante paralisado
Ela olhou para Camelot.
E ao fim do dia
Ela soltou as correntes e deitou-se;
O amplo riacho levou-a para longe,
A dama de Shalott."

O trecho acima foi retirado da balada vitoriana "A Dama de Shalott", de Alfred Tennyson, que inspirou a pintura de mesmo nome do pintor John William Waterhouse. No poema, a Dama de Shalott havia sido vítima de uma maldição: ela ficaria para sempre confinada nos seus aposentos, proibida de sair ou olhar diretamente para o lado de fora. Ela poderia apenas olhar para o mundo exterior através de um espelho, e bordar tapeçarias sobre as "sombras do mundo" que ela via.

Mas um dia, Sir Lancelot passa pela sua janela e a Dama olha para o lado de fora, trazendo a maldição para si. Numa tentativa de escapar da maldição, ela reúne os seus pertences e foge numa canoa. O plano não dá certo, e ela é encontrada morta à caminho de Camelot.

À primeira vista, o quadro pode parecer apenas uma pintura de uma mulher numa canoa. olhando com atenção, porém, são perceptíveis vários detalhes com referências metafóricas. Entre eles, as três velas na proa do barco. Elas são símbolos de vida, e o fato de duas delas estarem apagadas é um sinal de que a morte da Dama está próxima.



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