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O que é preciso para ser um professor universitário?

      

O último final de semana, mais precisamente o dia 15, foi uma data preenchida por homenagens aos mestres. Na ocasião em que se comemora o Dia dos Professores, os meios de comunicação e as redes sociais estiveram repletos de referências a essa tão nobre lembrança.

Em uma das etapas mais importantes da formação, o ensino superior, temos contato com o professor universitário. Figura que merece muito respeito, o docente de nível superior deve constituir um currículo invejável, acumular uma variedade de títulos e ser aprovado em criteriosos processos seletivos.

Reunimos neste artigo algumas informações para você, hoje aluno, que pensa em ser, amanhã, um professor universitário.  

 

Como ser um professor universitário?

Atuar como docente é, por si só, fazer parte de uma profissão extremamente complexa, que exige, além do conhecimento, muita dedicação desses trabalhadores para os desafios e dificuldades do dia a dia.

Ser um professor para os bancos da universidade significa ter a responsabilidade direta na formação de novos profissionais, em uma carreira que costuma ser financeiramente mais compensadora.

Se, no passado, bastava concluir uma graduação em um determinado curso universitário para estar apto a lecionar nessa mesma área, hoje em dia, o mercado sofreu algumas mudanças e ficou mais exigente e concorrido.

Apesar de ainda haver exceções, no geral, para ter mais chances de seguir na carreira acadêmica, apenas a graduação não é suficiente, sendo necessária etapas de especialização.

 

Ter um Mestrado faz a diferença na carreira?

 

Pós-graduação para ser professor universitário

Dentre as possibilidades, após formado, para direcionar sua carreira a um cargo de professor, estão as pós-graduações nas modalidades Lato sensue Stricto sensu.

A primeira modalidade está ligada às especializações, uma formação mais técnica focada na atuação prática e aplicação no mercado. Algumas opções de cursos oferecem, mesmo nessa versão, noções de licenciatura e pedagogia, o que possibilita que, em alguns casos, o egresso tenha chances de dar aula.

No entanto, em linhas gerais, são os cursos Stricto sensu, que resultam no Mestrado, os que geralmente se adequam às exigências das vagas para professor na academia. Essa formação permite, ainda, uma evolução para o Doutorado e demais títulos.

Levantamentos recentes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações indicam que o número de mestres e doutores no país quintuplicou entre 1996 e 2016. Em boa porção das instituições (especialmente as estaduais e federais), o doutorado é uma exigência para a efetivação na carreira docente.

Apesar de um grande cenário para vagas nas universidades particulares, a carreira acadêmica no ensino público também oferece uma série de opções ao redor do Brasil.




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