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Casais que têm problemas para ter filhos - em casos simples de infertilidade - podem buscar o tratamento gratuito oferecido pelo Programa de Inseminação Artificial Intra-uterina da Unifesp/Escola Paulista de Medicina, que está com inscrições abertas. No mês de maio haverá duas reuniões com os casais interessados. O programa é gratuito, cabendo aos pacientes os custos com medicamentos que, segundo os médicos, vão de 1 mil a R$ 2 mil.

Segundo o médico assistente do Setor de Reprodução Humana da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Renato Fraietta, o programa é indicado em casos em que a mulher não ovula ou ovula pouco ou têm muco cervical (secreção produzida pelo colo do útero) que, ao invés de exercer a função de proteger, impede a entrada do espermatozóide. Para que o tratamento seja eficaz, o homem precisa ter quantidade média de sêmen. "São casos em que se pode utilizar a inseminação in vivo?, em que o óvulo é fertilizado dentro do corpo da mulher. Nos casos mais complexos é necessária a inseminação in vitro?."

Nos casos de mulheres que não ovulam, há um tratamento prévio. Segundo o médico Agnaldo Cedenho, um dos coordenadores do Setor de Reprodução Humana da Unifesp, as mulheres são medicadas com hormônio e realizam vários exames de ultra-som para acompanhar o crescimento dos folículos (locais onde se desenvolve o óvulo). Quando houver o desenvolvimento ideal dos folículos, o sêmen do homem é preparado e introduzido no útero da parceira.

Antes de integrar o programa, os casais interessados passam por uma triagem inicial, para saber se o caso pode ser tratado. O programa é indicado para mulheres com menos de 35 anos de idade e com pouco tempo de infertilidade (até três anos). As inscrições devem ser feitas pelo telefone 3897-1345. Os atendimentos serão por ordem de inscrição. As reuniões com os casais ocorrerão na rua Botucatu, 725, Vila Clementino, São Paulo.

Fonte: Diário do Grande ABC
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