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Greve continua na UFPB

      
Se depender dos alunos e funcionários da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o retorno às aulas ainda não tem previsão de data. Na assembléia realizada ontem no hall da reitoria do Campus I, os estudantes decidiram continuar a greve e descartaram qualquer indicativo de retorno.

Segundo o aluno do curso de Comunicação Social, Rafãl Freira, do comando de greve, o impasse agora é sobre a reforma da Residência Feminina e renovação do acervo da Biblioteca Central.

"Estes pontos estão parados, mas têm que avançar. No último encontro que tivemos com o reitor Jader Nunes ele descartou a possibilidade de concretizar essas reivindicações", frisou Rafãl.

Na assembléia, que reuniu cerca de 400 estudantes, ficou agendado ainda para a próxima segunda-feira, às 10h, um novo encontro entre os universitários. Na semana passada, os alunos haviam estabelecido um indicativo de retorno para ontem, que acabou sendo suspenso.

Nova assembléia quarta
Há mais de dois meses parados, os funcionários da Universidade Federal da Paraíba ainda não têm data para retornar. Ontem, A informação do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior de Estado da Paraíba (Sintesp-PB) é de que na próxima quarta-feira haverá uma nova assembléia, às 10h, no auditório da reitoria para avaliar a greve.
Na semana passada o coordenador geral do Sintesp-PB, Severino Ramos, declarou que a categoria continua sem perspectivas para suspender o movimento porque não houve avanço nas negociações com o Governo Federal.
Até agora, os sindicalistas estão negociando com o presidente da república o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para o mês de janeiro com os índices de reajuste do piso acordado na última greve. A contraproposta do Governo até agora é aplicar o reajuste apenas em julho de 2005, o que não satisfez a reivindicação dos sindicalistas.

Dependem de decisões
A assessoria de comunicação da Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (Aduf-PB) informou ontem que os professores retiraram o indicativo de greve na última assembléia realizada no dia 17 e para retornar às aulas dependia de algumas decisões que fugiam ao seu controle.
Dentre elas, estão o fim da greve dos estudantes, dos funcionários e o estabelecimento de um novo calendário por parte da reitoria. A Aduf-PB informou ainda que no dia 11 enviou um documento ao reitor Jader Nunes solicitando uma definição em relação à suspensão ou não dos dias parados, mas até ontem não tinham recebido retorno.

Fonte: Diário da Borborema
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