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Notícias

 

No último dia do TecEducation 2006 foram apresentados diversos cases de empresas e instituições acadêmicas e um dos exemplos foi o programa de EaD da FGV Online. O diretor executivo do programa, Carlos Longo, apresentou a palestra "Métricas e Indicadores de Qualidade na Educação Executiva a Distância".

Para concluir se um curso de EaD melhora a qualidade de ensino, segundo Longo, é preciso que cumpra alguns requisitos, como a utilização de objetos de aprendizado, a interação entre professores e alunos, incentiva o uso de bibliotecas virtuais para otimizar o aprendizado, a permissão para que um grande número de alunos acesse um conteúdo de qualidade comprovada e o aumento das oportunidades de acesso ao ensino. "Não podemos ser elitistas. Ensino a Distância é para incluir muita gente, e com qualidade", afirma o diretor.

Ele ainda diz que é preciso tomar cuidado para não utilizar a tecnologia sem um propósito definido. "Não podemos simplesmente transcrever o conteúdo da sala de aula para os computadores. As tecnologias e metodologias precisam estar adequadas a linguagem dos alunos", explica.

Para melhorar a qualidade do ensino, Longo acredita ser importante reduzir a distância entre professores e alunos; criar ambientes nos quais o aluno possa desenvolver seu aprendizado com autonomia, crítica e criatividade e aumentar o potencial para avaliar o desempenho de estudantes e professores.

"Estaremos totalmente preparados para o Ensino a Distância quando tivermos a capacidade de utilizar não apenas as ferramentas, mas as metodologias", ressalta. Faz parte também dessa preparação que os professores estejam focados nos desenvolvimentos de competências dos estudantes e sejam treinados para o uso da metodologia.

Os indicadores e métricas para medir a qualidade de um curso de EaD, segundo Longo, são:
- conteúdo: clareza, hipertextualidade, hipermodalidade;
- tutoria: coaching, orientação, disponibilidade, integração;
- ambiente colaborativo: chat, pesquisa à biblioteca virtual, fóruns, encontros presenciais;
- desenvolvimento de competências: leitura, comunicação escrita, análise e síntese de ensaios.

Ele ainda chamou a atenção para o fato da taxa de evasão não ser mais levada em conta como indicador de qualidade. "As taxas evasivas de EaD estão igualadas as de ensino presencial na nossa insituição. E 50% dos alunos que deixam curso o fazem por motivos pessoais e não por problemas acadêmicos", garante Longo.

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