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Atualidade universitária

Por Larissa Leiros Baroni

 

Criado pela ETS (Educational Testing Service), o TOEFL (Test of English as a Foreign Language) é requisito para a admissão em cursos de graduação e pós-graduação no exterior. Ele avalia a proficiência dos candidatos na língua inglesa. Quem quer concorrer, por exemplo, a uma bolsa de estudo fora do País não basta ter o inglês fluente. Precisa ter a certificação. Pensando nisso, o Universia Brasil, a maior rede Iberoamericana de colaboração universitária presente em 23 países, reuniu dez dicas de especialista para você se dar bem no exame. Confira:

 

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1- Pesquise, pesquise, pesquise...
Avalie se os seus objetivos profissionais e pessoais incluem a certificação. A taxa de inscrição é de US$ 110. Pesquise e identifique se a universidade estrangeira na qual você pretende ingressar ou o programa de bolsa que deseja disputar exigem realmente o TOEFL.

 

2 – Programe-se com antecedência
As inscrições para o TOEFL podem ser realizadas até uma semana antes do início da prova. No entanto, o recomendável é se inscrever com dois meses de antecedência. A procura pelo certificado é maior nos meses de setembro, outubro e novembro. Cada instituição que aplica o teste recebe um número limite de inscrições. A prova, online, é aplicada durante todo ano nos centros credenciados distribuídos em 43 cidades do País. Portanto, se você não se programar poderá fazer os exames em outras cidades. E aí, o investimento será maior com viagens e hospedagens.

 

3 – Esqueça a sorte
Não conte com a sorte. Para conseguir boa pontuação é preciso ter no mínimo nível intermediário-avançado do inglês. Confira qual é a pontuação mínima exigida pela universidade de interesse e identifique se os seus conhecimentos no idioma são suficientes para conquistá-la. Não tem receita: estude!

 

4 – Fluência não é o suficiente
Mais que ter fluência no idioma é preciso conhecer a estrutura da prova. Em outras palavras: saber quais são as exigências dos avaliadores. Para resolver isso é simples: faça simulados com um cronômetro ao lado. Programe o tempo que você leva para fazer todo o exame. As provas do TOEFL estão disponíveis no site oficial do ETS. Também vale consultar livros especializados no exame ou até mesmo se matricular em cursos preparatórios.

 

5 – Focar a área de maior dificuldade
A avaliação do TOEFL é dividida em quatro áreas: Listening (compreensão oral), Structure (gramática), Reading Comprehension (compreensão de texto) e Writing (redação). A nota final é a combinação entre o desempenho médio de cada etapa. Ou seja: para ter boa média você precisa ir (muito) bem em todas as áreas. Portanto, estude as áreas de maior dificuldade.

 

6 – Atenção ao que acontece no mundo
No TOEFL, a gramática é testada por meio dos textos de compreensão e leitura. Para ir bem, é preciso saber escrever. Simples assim. Você terá que saber estruturar bem um texto, ser criativo nas ideias e mostrar um bom vocabulário. Ler jornais, ouvir programas de rádio e assistir a documentários e telejornais, em inglês, poderá ajudá-lo a desenvolver essas competências. Aprimore seu vocabulário nas mais diversas áreas. Você será cobrado por isso no exame.

 

7 – Administre o tempo
O tempo é oportunidade. É preciso organização e treino para conseguir responder todas as questões propostas no prazo de até quatro horas e trinta minutos. A dica é ler as perguntas exigidas na prova de interpretação antes mesmo de ler o texto. Você vai poupar alguns (valiosos) minutos que poderão fazer a diferença durante a realização da prova. Não se preocupe com o tempo. Ele é seu aliado. Administre.

 

8– Reponha as energias
Leve lanches e água para a prova. A concentração tende a cair ao longo das horas. Uma pequena pausa para um lanchinho vai repor suas energias e garantir maior efetividade.

 

9– Validade por dois anos
Ainda que não exista uma validade pré-determinada, o TOEFL, geralmente, é reconhecido pelas universidades por até dois anos. A explicação é a seguinte: nesse período, os seus conhecimentos podem melhorar ou enferrujar. Não tem jeito. É preciso estar sempre praticando.

 

10 – Permita-se tentar novamente
Considere imprevistos. Considere até mesmo a necessidade de refazer o teste caso não alcance a pontuação exigida pela instituição de ensino. Nada se perde. Aprenda com as experiências e aprimore suas deficiências para um novo teste. O que vale é tentar. Boa sorte.

 

COMENTE: qual é a sua maior dificuldade no TOEFL? Deixe sua opinião abaixo

 

Fontes: Andreza Martins (coordenadora nacional do EducationUSA, órgão oficial de informação sobre estudos nos Estados Unidos), Marcelo Barros (diretor de educação do CNA) e Silvia Becher (coordenadora acadêmico dos cursos de extensão da Faculdade de Letras da PUC-RIO)



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