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Meditação apaga áreas cerebrais

      
(Crédito: Yellowj / Shutterstock.com)
(Crédito: Yellowj / Shutterstock.com)

 

Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, comprovaram, com a ajuda de imagens, que a meditação frequente desconecta as áreas do cérebro relacionadas com o “sonhar acordado” e divagações, assim como as que têm ligação com transtornos psiquiátricos como o autismo e a esquizofrenia.

 

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Em geral, os pensamentos de divagação tendem a se focar em temas negativos, criando mais estresse e ansiedade.

 

Enquanto voluntários realizavam três técnicas de reflexão diferentes, o professor de psiquiatria Judson Brewer e sua equipe descobriram que os mais experientes mostravam uma diminuição na atividade das áreas cerebrais relacionadas a transtornos como déficit de atenção, ansiedade, hiperatividade e inclusive o acúmulo de placas de beta-amilóide na doença de Alzheimer.

 

A diminuição de atividade nesta rede, que abrange o córtex posterior e o córtex pré-frontal, foi observado nos experimentos, independente de quem estava praticando a meditação. A análise mostrou também que em geral, quando há meditação, as regiões do cérebro associadas com o controle cognitivo se ativam. Isso pode indicar que os praticantes frequentes da meditação estão em constante vigilância, e suprimem a aparição do “eu” nos pensamentos e divagações.

 

Durante o estudo, os voluntários foram convidados a participar de três tipos diferentes de meditação e ao longo do processo os cientistas puderam examinar a atividade cerebral com imagens de uma ressonância magnética.

 

 



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