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A raiva não expressada prejudica a saúde

      
(Crédito: Yuri Arcurs / shutterstock.com)
(Crédito: Yuri Arcurs / shutterstock.com)

 

Segundo a pesquisa, realizada pelo Departamento de Avaliação de Personalidade, e tratamento psicológico, da Universidade de Educação a Distância (UNED), a raiva quando não expressada pode ser prejudicial à saúde cardiovascular, especialmente a das mulheres.

 

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O estudo, publicado na última edição da revista Psychology, discute como a raiva afeta a população feminina. Os autores do estudo encontraram três tipos de raiva: a voltada para dentro, a exteriorizada e a controlada. A pesquisa foi realizada com 327 mulheres com idade média de 35,4 anos, onde 63% trabalhavam, 22% eram estudantes, 12%, donas de casa e as 3% estavam desempregadas.

 

A pesquisa mostra que a raiva não expressada está associada com aumento da pressão arterial, freqüência cardíaca e aumento da secreção de adrenalina (entre outras respostas fisiológicas). De acordo com especialistas, de preferência do ponto de vista da saúde cardiovascular é mais importante controlar a raiva do que guardá-la.

 

A existência de raiva é inevitável, pois ela surge como uma resposta natural da adaptação humana a ameaças. No entanto, apesar do estado emocional, que é diferente entre homens e mulheres, há casos em que a raiva não segue os parâmetros "normais" e se torna um fator de risco para doença cardiovascular.

 

 



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