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Noticia : Saúde
05/01/2012
Novo estudo mostra que as pessoas que apresentam altos níveis de ômega 3 no sangue estão menos propensas a apresentar os sintomas da doença
(Crédito: Sextoacto / Shutterstock.com)
As pessoas que obtiveram as piores pontuações foram as que apresentaram altos índices de gordura trans no sangue
Pelo menos uma vez por mês vemos no jornal ou em algum programa de TV uma reportagem falando sobre os benefícios que os alimentos podem trazer para a nossa saúde. Geralmente tratamos o assunto como balela e deixamos a história para lá.
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Mas de acordo com um artigo publicado recentemente na revista especializada Neurology, uma dieta rica em peixes e vitaminas pode proteger o cérebro de uma das doenças neurodegenerativas mais conhecidas: o Alzheimer.
O estudo foi realizado com pessoas com idade média de 87 anos, em que foram contabilizados os níveis de determinados nutrientes mediante exame de sangue. Segundo os dados, as pessoas que possuíam maiores quantidades de vitaminas e ômega 3 – encontrados principalmente nos peixes – alcançaram pontuações mais altas em testes de memória e habilidades cognitivas.
Já as pessoas que obtiveram as piores pontuações foram as que apresentaram altos índices de gordura trans no sangue. Isso pode ser associado com dietas ricas em comidas fritas e congeladas, além de fast food e assados. Essas pessoas são mais propensas a sofrer as reduções do volume cerebral que são relacionadas ao Alzheimer.
O estudo foi o primeiro a utilizar os biomarcadores de nutrientes no sangue para analisar os efeitos da dieta sobre os riscos de sofrer determinadas doenças neurodegenerativas. Além disso, os autores consideraram outras variáveis, como idade, pressão arterial e número de anos de educação, fatores que também se mostraram determinantes nas habilidades mentais dos voluntários ao estudo.
Fuente: Universia Brasil
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