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(Crédito: Carla Castagno / Shutterstock.com)
(Crédito: Carla Castagno / Shutterstock.com)

 

Estudos recentes realizados por diferentes universidades comprovam que costumes simples e até peculiares podem fazer toda diferença na vida de pessoas estressadas. Alguns dos estudos mostram que em alguns casos pessoas bem-humoradas podem viver até 4.5 anos a mais que outras. Hábitos como mascar chicletes, além de diminuir o estresse podem aumentar os níveis de desempenho em trabalhos estressantes.

 

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Confira a seguir 5 maneiras de reduzir o estresse e a ansiedade:

 

Para reduzir o estresse: 1) Mascar chicletes

A hipótese de que mascar chicletes aliviaria o estresse foi investigada em um estudo feito em ambiente controlado por pesquisadores da Universidade Northumbira do Reino Unido e do Brain Science Institute na Austrália. Cerca de 40 participantes foram submetidos a trabalhos que poderiam causar estresse e que também medissem o desempenho individual de cada um. Foram avaliados dois níveis de estresse enquanto os participantes mascavam chicletes ou não. Em ambos os níveis, mascar chicletes foi associado a uma melhora no estado de alerta e redução de ansiedade e estresse, como também a diminuição de cortisol salivar. A performance geral nos trabalhos também apresentou melhora significativa enquanto os participantes mascavam chicletes. Os mecanismos que provocam esses efeitos não são conhecidos, mas podem envolver uma melhora no fluxo de sangue cerebral.

 

Para reduzir o estresse: 2) Aroma de baunilha

Um estudo do Journal of Consumer Research feito com pacientes vítimas de câncer passando por tratamento acrescentou o aroma de baunilha ao ar umidificado e constatou diminuição de 63% nos níveis de ansiedade ao comparar com pacientes que foram submetidos apenas ao ar umidificado sem aroma. Lojas como as da empresa Sony também utilizam os benefícios da baunilha e espalham notas de aroma da baunilha e laranja no ar de suas lojas para tranquilizarem os clientes que compram produtos de tecnologia complexa. Outros estudos mostram que brinquedos infantis com o aroma de baunilha fazem com que as crianças mostrem mais aproximação e não evitem os brinquedos se comparados com brinquedos sem cheiro.

 

Para reduzir o estresse: 3) Assistir a comédias

O psicólogo Richard Wiseman reuniu em seu livro Quirkology: How We Discover the Big Truths in Small Things estudos recentes que ligam o bem-estar psicológico e físico com a forma que lidamos com o estresse e a frequência de nossas risadas. De acordo com os pesquisadores, pessoas que usam o humor para lidar com o estresse têm sistemas de imunidade especialmente saudáveis, 40% menos chance de sofrer um ataque cardíaco ou derrame sofrem menos dor ao passar por cirurgias odontológicas. Além disso, vivem em média 4.5 anos a mais do que a maioria. Os participantes do estudo assistiram a cenas de filmes que poderiam deixá-los mais ansiosos ou fazê-los rir. Com base nos resultados, os pesquisadores recomendam que as pessoas dêem risadas por pelos menos 15 minutos diariamente.

 

Para reduzir o estresse: 4) Faça mais sexo


O Personality and Social Psychology Bulletin publicou dois estudos independentes que sugerem que experiências que promovem a intimidade, como relações sexuais, podem moderar as implicações negativas do medo e ansiedade de se comprometer amorosamente. Os estudos reuniram 207 casais que descreveram em um diário de sete dias suas satisfações com o relacionamento e com a vida sexual, e quão satisfeitos eles estariam com a disponibilidade do parceiro no dia seguinte. Problemas com comprometimento, satisfação com o relacionamento e ansiedade não foram apresentados por mulheres que relataram mais sexo em sua rotina diária. Essas conclusões sugerem que os efeitos de insegurança com comprometimento não são imutáveis, mas variam de acordo com o contexto de cada relacionamento.

 

Para reduzir o estresse: 5) Não ter medo de perder o emprego

Ter medo de perder o emprego é pior do que perder o emprego. Um estudo feito em Berlim, pelo German Socio-Economic Panel Study (SOEP), mostra que a insegurança no trabalho é um dos fatores mais importantes no bem-estar dos empregados e pode ser ainda mais prejudicial do que a perda real do emprego com desemprego subsequente. O estudo levou em conta os possíveis custos causados pela perda do emprego.

 

 



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