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Noticia : Curiosidade

Você sabia? O amor vicia como as drogas ilegais

21/02/2012

Segundo cientistas, o amor realmente funciona de forma similar ao vicio de substâncias ilegais – ele provoca reações na mesma região do cérebro



(Crédito: brushingup / Shutterstock.com)

(Crédito: brushingup / Shutterstock.com)

Os pesquisadores descobriram que as pessoas em relacionamentos longos tinham os cérebros ativados em regiões ligadas a afeto, ligando essa área a recompensa

 

A reação provocada pelo sentimento do amor produz uma resposta emocional na matéria cinzenta do cérebro. Nossos cérebros foram programados para a escolha de um parceiro, e nos tornamos tão motivados em alcançar essas pessoas que, às vezes, vamos a limites extremos.

 

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A recompensa vem do reconhecimento de que algo faz-nos sentir bem e vale a pena o esforço. "Você pode sentir-se feliz quando está apaixonado, mas também pode se sentir ansioso", diz Lucy Brown, neurocientista do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York.

 

A professora diz que a área do cérebro responsável pela recompensa – ou o centro do prazer – é essencial para a nossa sobrevivência, já que essa é a parte do cérebro que conduz à necessidade de fazer sexo.

 

O co-autor do estudo Arthur Aron, um psicologista na Universidade do Estado de Nova York em Stony Brook, diz: "paixões altamente intensas ativam os mesmos sistemas cerebrais de uma pessoa viciada em drogas".

 

A pesquisa estudou ressonâncias magnéticas dos cérebros de 10 mulheres e sete homens que afirmaram estar profundamente apaixonados. A duração de seus relacionamentos era de um mês a menos de dois anos.

Os participantes eram expostos a fotos de seus amados e fotos de pessoas parecidas a eles. Foi revelado que o amor romântico é uma das emoções mais poderosas que uma pessoa pode ter. Eles também descobriram que a duração dos relacionamentos fez pouca diferença na intensidade dos sentimentos. Os pesquisadores descobriram que as pessoas em relacionamentos longos tinham os cérebros ativados em regiões ligadas a afeto, ligando essa área a recompensa.

 

 


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