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Pessoas que têm dificuldade para dormir são mais propensas a ter problemas de memória, diz estudo

      
Crédito: Doreen Salcher / Shutterstock.com
Crédito: Doreen Salcher / Shutterstock.com

 

Cientistas descobrem que a quantidade e a qualidade do sono das pessoas durante a noite pode afetar a memória no futuro. De acordo com um novo estudo da Washington University School of Medicine, comandado pelo doutor Yo-El Ju, as pessoas que passam por problemas para dormir estão mais propensas a sofrer problemas de memória quando ficarem velhas.

 

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Os pequisadores testaram o padrão de sono de 100 pessoas com idade entre 48 e 80 anos, livres de doenças como a demência. Metade do grupo tinha casos de doença de Alzheimer na família. O tempo médio que as pessoas gastaram na cama durante o estudo foi de aproximadamente 8 horas, porém, o tempo médio gasto dormindo foi de apenas 6,5 horas, devido a um curto tempo acordados durante a noite.

 

O que os pesquisadores determinaram foi que o sono interrompido parece estar associado com a acumulação de placas amilóides, marcador característico da doença de Alzheimer. Depois da pesquisa foi descoberto que 25% dos participantes tinham evidências dessas placas amilóides.

 

A conclusão do estudo foi que as pessoas que acordam mais de 5 vezes por hora estão mais propensas a apresentar acúmulo das proteínas amilóides, comparando com as pessoas que não acordam tanto assim. Além disso, os pesquisadores acreditam que as pessoas que têm um sono “menos eficiente” têm mais chances de apresentar estágios iniciais de Alzheimer.

 

 



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