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Noticia : Enem 2012

Mapeamos o ENEM: o que cai na prova de português

Analisamos todas as questões das 13 edições do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), de 1998 a 2011. Temos todas as estatísticas do exame, desde os assuntos que são mais cobrados são interpretação de textos, charges, textos publicitários, poemas, gramática e funções da linguagem


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Crédito: Shutterstock.com

Sabendo o que mais cai, é mais fácil direcionar e potencializar seus estudos. Foque no mais importante e garanta a prova de português

 

A Universia Brasil, maior rede ibero-americana de colaboração universitária presente em 23 países, destrinchou todo o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Analisamos todas as questões das 13 edições - foram 1090 questões! - e sabemos quais são as matérias que mais caem no exame. As provas de português somaram quase 300 questões durante os 13 anos.

 

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Sabendo o que mais cai, é mais fácil direcionar e potencializar seus estudos. Foque no mais importante e garanta a prova de português. Expresse-se. Se você não souber algum assunto que está listado nos assuntos mais recorrentes do Enem, comente na notícia, avise-nos no Twitter ou comente no Facebook. Desta forma, além de apenas constatar o que cai, podemos explicar o que cai.

 

 

Confira abaixo o que cai no Enem 2012 de português:

 

O que mais cai no Enem: 1º lugar - Interpretação de texto

A famosa interpretação de texto. A razão pela qual ela é tão cobrada é simples. Num país em que mais da metade da população é analfabeta funcional, o exame nacional precisa cobrar esta competência do aluno. Além disso, a prova torna-se menos decorativa e mais lógica, privilegiando quem pensa e não quem decora. Entretanto, não pense que estas questões serão sempre pontos garantidos. Depois de horas de prova, o cansaço prejudica o entendimento textual. Além disso, a vivência e maturidade são qualidades testadas com esse tipo de questão. Portanto, deixe de lado o nervosismo e pense logicamente ao responder este tipo pergunta. Aja como um adulto, é isso que o Enem está demandando de você.

 

 

O que mais cai no Enem: 2º lugar - Modernismo

Modernismo inclui não só o movimento, mas todos os poetas e escritores que fazem parte dele. Frequentemente, disponibilizamos conteúdo sobre este assunto: Semana de Arte Moderna, Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Manuel Bandeira são artistas sobre os quais você pode ler aqui e garantir alguma questão no Enem de 2012. Uma promessa para este ano é Jorge Amado, já que em 2012 comemora-se seu centenário de nascimento. Fique ligado no portal para mais conteúdos modernistas!

 

 

O que mais cai no Enem: 3º lugar - Outros tipos de interpretação

Tudo o que foi dito em interpretação de texto, obviamente, vale para este tópico. Mas aqui fala-se de interpretação de charges, publicidades, poemas, músicas, infográficos, gráficos e crônicas. Aqui está mais uma prova de que o Enem é basicamente interpretativo. Ou seja, quem souber ler e estiver calmo tem um terço da prova de português do Enem garantida.

 

 

O que mais cai no Enem: 4º lugar - Gramática

A gramática era um assunto recorrente dos vestibulares em geral. Antes, ela caía assim: "esta frase é coordenada ou subordinada?". Agora, cai diluída em perguntas de interpretação de texto e não tão diretamente. Esta mudança fez com que muitos erroneamente pensassem que ela está extinta dos vestibulares. Mas ela não está. Fique atento a assuntos como figuras de linguagem, pronomes, colocação pronominal, vocativo, aposto, artigo, cojunção e o novo acordo ortográfico.

 

 

O que mais cai no Enem: 5º lugar - Variação linguística

A variação linguística é uma matéria pouco estudada na escola e relativamente recente no estudo pré-universitário. Há quatro tipos de variações linguísticas: a história, geográfica, a sociocultural e situacional. A história, como o próprio nome diz, são as variações pelas quais uma língua passou ao longo de sua história. Por exemplo: antes de ser o que é hoje, o pronome "você" variou de "vossa mercê", "vossemecê", "vosmecê", "vancê". A variação geográfica se dá quando a língua varia de um lugar para outro. Por exemplo: no Brasil, falamos banheiro e em Portugal, casa de banho.

A sociocultural é realçada mais ainda no Brasil, um país de grande desigualdade. Dependendo da posição social e cultural de alguém, fala-se diferente. Ou seja, é claro que um vendedor de bananas fala a se expressa distintamente de um doutor em Letras. É provável que a pessoa mais estudada fale com um vocabulário mais amplo, respeitando mais as regras gramaticais, entre outros. Por fim, a última variação é a situacional.

Falamos diferentemente em diversas situações. Uma pessoa normal fala de certa forma com um professor, com seu chefe, com sua namorada, com sua mãe. Mesmo que seja um vendedor de bananas, sem nenhum estudo, ele mudará seu registro para falar com alguma autoridade - ainda que ele não esteja falando de acordo com as regras gramaticais vigentes em um certo país. A variação linguística mais cobrada no Enem é a geográfica.

 

 

O que mais cai no Enem: 6º lugar - Funções da linguagem

Embora tenha caído pouco nos 13 anos, a tendência é que ele seja mais cobrado ao longo dos anos. A evolução percentual da matéria foi crescente. Portanto, é um assunto provável de ser cada vez mais demandado. Existem seis funções da linguagem. A primeira é a emotiva, função que destaca a o emissor. Esta mensagem centra-se nas opiniões, sentimentos e emoções do emissor; é um texto subjetivo e pessoal e escrito na 1ª pessoa do singular. A segunda função é a referencial, cujas características são: neutralidade do emissor, objetividade e precisão e uso da 3ª pessoa do singular. A terceira é a função apelativa, em que a mensagem é centrada no receptor. Normalmente, usa-se 2ª pessoa do singular ou plural nesta situação. A função fática é a quarta da lista: ela serve para transmitir o interesse do emissor em testar ou chamar atenção ao próprio canal da comunicação. Vulgarmente falando, é quando dizemos: "hein", "né", "alô", "hum", "ei", etc. A quinta função da linguagem é a poética, aquela que põe em evidência a forma da mensagem, que se preocupa mais em "como dizer" do que com "o que dizer". Suas características são: subjetividade, uso de figuras de linguagem e brincadeiras com o código. A última função é a metalinguística. Caracterizada pela preocupação com o código, este emprego linguístico pode ser definido como a linguagem que fala da própria linguagem.

 

 



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