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14/06/2012
Há quase um mês parados, professores de 51 instituições federais, complicam rotina dos estudantes que aguardam negociação entre a categoria e o governo federal para concluir o semestre
Crédito: Shutterstock.com
Em acordo firmado no ano passado, o governo prometeu um reajuste de 4%, a incorporação de parte das gratificações e a revisão do plano para 2013
No próximo domino (17) a greve dos professores das universidades federais, que conta com a adesão de 51 instituições, vai completar um mês. A paralisação prejudica a rotina dos estudantes, que aguardam negociações entre a categoria e o governo federal para retomarem – e concluírem – o semestre letivo.
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Embora os alunos apoiem a ideia da greve, a decisão dos docentes foi precipitada e alguns estudantes preveem a reposição das aulas perdidas em julho, no período de férias.
A principal reivindicação dos docentes com a greve é a revisão do plano de carreira. Em acordo firmado em 2011 o governo prometeu reajuste de 4%, incorporação de parte das gratificações e revisão do plano para 2013. Os dois primeiros pontos do acordo já foram cumpridos, mas não houve avanço na revisão do plano. Uma nova rodada de negociações está marcada para a próxima terça-feira (19).
No domingo (17), a greve dos professores das universidades federais completará um mês. A paralisação, que conta com a adesão de 51 instituições, afeta a rotina dos estudantes que aguardam as negociações entre a categoria e o governo federal para que o semestre letivo possa ser retomado e concluído. Na UnB (Universidade de Brasília), além dos professores, os técnicos administrativos também cruzaram os braços, inviabilizando a maior parte das atividades acadêmicas.
A principal reivindicação dos docentes é a revisão do plano de carreira. Em acordo firmado no ano passado, o governo prometeu um reajuste de 4%, a incorporação de parte das gratificações e a revisão do plano para 2013. Os dois primeiros pontos já foram atendidos, mas não houve avanço na revisão da carreira. Uma nova rodada de negociação está marcada para terça-feira (19).
Com a paralisação dos servidores, que começou na última segunda-feira (11), além das aulas, alguns serviços que são prestados à comunidade também ficaram interrompidos. A biblioteca da UnB, que é frequentada também por quem não é aluno da instituição, está de portas fechadas.
Fuente: Universia Brasil
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