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Deixamos de sonhar à medida que envelhecemos?

      
Crédito: Shutterstock.com
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Quando você era criança, é provável que tinha muitos sonhos. Além disso, a maioria deles eram ambiciosos, grandes. Você, provavelmente, tinha a sensação de que tinha o mundo na palma da mão. Entretanto, quanto mais velhos ficamos, mais percebemos que a maioria dos nossos desejos de infância não vão coincidir com a realidade. No começo, a realidade e os sonhos andavam lado a lado, como melhores amigos. Atualmente, eles são desconhecidos e envelhecidos. O que aconteceu?

 

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3 coisas aconteceram. Você desistiu deles por 3 razões:

 

 

Por que deixamos de sonhar quando envelhecemos - 1. Você esperava que fosse fácil

Normalmente, queremos as coisas para ontem. E para piorar, queremos que tudo seja fácil. Trabalhar duro, para a geração mais jovem, é uma referência anacrônica - como quando seus avós contavam histórias absurdas de dificuldades, como "eu tinha que trabalhar andando 12 horas por dia com o sapato furado". Quando as situações tornam-se difíceis demais, a tendência é desistir. E, agora, todos aqueles sonhos de infância não são nada, além de memórias efêmeras de outras pessoas mais esforçadas - ou sortudas.

 

 

Por que deixamos de sonhar quando envelhecemos - 2. Você viu outros caírem

Seres-humanos têm muito receio de falhar. Além disso, esse medo é passado de geração para geração. Basta um exemplo de insucesso para que ele nos contamine e deixemos de correr atrás dos nossos sonhos. Temos tanto medo do fracasso que nos mantemos em empregos que desprezamos e nos convencemos de que não podemos deixá-los. Não somos capazes de conseguir a profissão dos nossos sonhos porque tantos já tentaram e não conseguiram.

 

 

Por que deixamos de sonhar quando envelhecemos - 3. Você começou a racionalizar

"Se não der certo, eu vou ficar bem." Não tem problema se eu não me esforçar hoje no trabalho. Não tem problema se eu não me exercitar hoje. Não tem problema se eu não cumprir aquele prazo. No entanto, tem problema, sim, se eu quero atingir algum objetivo. Porque deixar de fazer algo um dia dá margem para que não façamos mais nada frequentemente, até simplesmente deixar de fazê-la.

 

A boa notícia é que há remédios simples para esses comportamentos. Confira:

 

Comportamento 1: nada é fácil. Assuma e lide com isso.

Comportamento 2: rompa com a linha dos perdedores. Seja aquele que mudará o curso do óbvio e do mais provável. Quem sabe, você pode se surpreender.

Comportamento 3: seja duro com você mesmo. Não reacionalize nem crie desculpas. Crie compromissos e leve-os a sério. Diga a você mesmo que não chegará a lugar algum se não os respeitar. E, acredite, não chegará mesmo.

 

Moral da história: sonhos não morrem simplesmente. São assassinados. Felizmente, também é possível ressuscitá-los.

 

 



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