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Mulheres praticam mais bullying no trabalho que homens, segundo pesquisa

      
Crédito: Shutterstock.com
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Pesquisa realizada pela empresa norte-americana Workplace Bullying Institute aponta que a prática do bullying entre mulheres está crescendo cada vez mais. Segundo o estudo, 35% dos norte-americanos já relataram intimidação no trabalho e dentro desse universo, a prática é mais comum entre as mulheres (53,7%) do que entre os homens (39,9%). Além disso, a pesquisa aponta que o sexo feminino também abusa mais da autoridade. São 50,2% das mulheres fazendo isso, enquanto apenas 44,7% dos homens realizam a prática.

 

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O motivo para isso, segundo os autores do estudo, é que as mulheres escolhem outras como alvo porque o sexo feminino tende a ser menos conflituoso ou propenso a responder a agressão com agressão. Isso se explicaria pelo fato de que as mulheres não foram educadas para o confronto. Historicamente, o sexo feminino é considerado carinhoso e pacificador.

 

Então como explicar o comportamento das mulheres que cometem agressões? Segundo a mesma pesquisa, isso se deve ao fato de certas mulheres se sentirem ameaçadas, tanto por outras mulheres quanto pelos homens. O que está mudando a característica pacificadora do sexo feminino é o fato de que as mulheres levaram muito tempo para progredirem na carreira e agora se sentem pessoalmente afetadas por isso.

 

Outra pesquisa, realizada pela Olin Business School, mostra que as mulheres se sentem prejudicadas tanto coletivamente quanto no que se refere à competição. Isso significa que em ambientes de trabalho com maior presença do sexo masculino ou com comportamento altamente machista, as mulheres tendem a assumir o mesmo padrão. Ou seja: elas acabam vendo as figuras do mesmo sexo como inferiores.

 

 

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Por isso, uma das principais razões pelas quais as mulheres não são promovidas com frequência é porque elas não suportam ver outras mulheres alcançando o sucesso, e isso faz com que elas evitem ajudar outras pessoas do mesmo sexo.

 

De acordo com os autores, a conclusão da pesquisa é que para se destacarem no ambiente de trabalho as mulheres tendem a se comportar como a “fêmea alfa” e, em consequência, buscarem maneiras de reafirmar seu poder e rebaixar as colegas do mesmo sexo.

 

 



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