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Google realiza evento para discutir o futuro da educação

      
Crédito: Shutterstock.com
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Aconteceu na última terça-feira (10), na sede do Google em São Paulo, o evento Think Education With Google, com o objetivo de discutir os possíveis rumos da educação a partir da influência da tecnologia. Durante as palestras, professores e especialistas da área abordaram assuntos como o perfil dos estudantes brasileiros e como tirar proveito dos recursos online para ampliar a efetividade dos processos de ensino.

 

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Durante a primeira parte do evento especialistas do Google e da área de educação falaram sobre o comportamento do estudante brasileiro na internet e como isso influencia a decisão de escolha por instituições e métodos de ensino.

 

De acordo com Maria Helena Marinho, Market Insight Manager do Google Brasil e Vicente Carrari, Gerente de Negócios para o segmento Educação do Google Brasil, cada vez mais os jovens consultam vídeos antes de decidir por um método ou instituição de ensino, de modo que a educação deve estar presente em todas as telas a que um jovem tem acesso, como tablets, smartphones, computadores e a televisão.

 

Além disso, Marco Fisbhen, fundador e CEO do site de vídeo-aulas Descomplica, falou sobre o papel do professor e do vídeo na transmissão de conteúdo. Segundo ele, “a educação online deve ser um complemento daquilo que não pode ser feito pela educação tradicional. A função do online é fazer aquilo que o professor não consegue”.

 

Já a segunda parte do evento foi voltada para o segmento de conteúdos educacionais gratuitos. De acordo com Andreia Inamorato, consultura em educação à distância e tecnologia educacional pela DigiLearn, a disponibilização de conteúdos gratuitos altera a forma de ensino no Brasil, mas para que o processo seja efetivo é preciso entender as particularidades de cada modelo de curso.

 

Para ela, é fundamental que os professores conheçam os possíveis formatos de cursos e, a partir daí, disponibilizem conteúdo de graça. “O educador deve saber as diferenças entre MOOCs (Massive Open Online Courses) e REAs (Recursos Educacionais Abertos) para que possa escolher a maneira mais adequada de divulgar seu conteúdo”, afirmou.

 

A professora indicou ainda que os educadores disponibilizem conteúdo online em diversos formatos, facilitando assim o compartilhamento e o uso dos projetos como fonte para demais professores e pesquisadores.

 

Para finalizar, o CEO e co-fundador do portal Veduca, Carlos Souza, falou sobre o futuro da educação a partir dos recursos onlines. Para Souza, existe no Brasil uma grande demanda por educação de qualidade e essa lacuna pode ser preenchida por cursos online, sejam de universidades estrangeiras ou não. Segundo ele, “a revolução que tem acontecido na educação no Brasil é uma grande oportunidade de tirar o país das últimas posições nos rankings educacionais e colocá-lo em seu lugar de direito: o topo”.

 

 



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