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Crédito: Shutterstock.com
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Fernando António Nogueira Pessoa foi um tradutor, poeta e escritor português. Nascido em 1888, Pessoa é considerado um dos maiores autores portugueses da história. Na sua infância, viveu em Durban, na África do Sul, onde seu pai era cônsul. Por isso, ele teve contato direto com a língua inglesa e isso o ajudou na sua carreira como tradutor. O inglês, inclusive, teve influência em seu próprio trabalho como escritor: das quatro obras que escreveu em vida, três são na língua inglesa.

 

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Fernando Pessoa voltou sozinho para Portugal em 1905 e passou a morar em Lisboa. No ano seguinte, o escritor matriculou-se no Curso Superior de Letras da Universidade de Lisboa, mas decidiu desistir do curso antes mesmo de completar o primeiro ano. Pouco tempo depois, ele começou a trabalhar principalmente na tradução de obras portuguesas clássicas para a língua inglesa, assim como na tradução de obras em inglês para português.

 

Em 1915, participou da revista Orpheu, publicação que iniciou o movimento Modernista em Portugal. Nela, Fernando Pessoa publicou obras em seu nome e também com seus heterônimos. Depois do fim de Orpheu, Pessoa uniu-se ao artista Ruy Vaz e juntos lançaram a revista Athenas. Nessa revista, ele escreveu boa parte de seus poemas mais conhecidos.

 

Além da própria qualidade de suas publicações, Fernando Pessoa também se tornou conhecido pelos seus heterônimos. Grande parte dos autores, até aquele momento, havia utilizado pseudônimos, que eram nomes fictícios, para publicar as suas obras.

 

Pessoa, porém, foi para um nível acima: em sua mente, ele criou novas pessoas com estilos, personalidades e histórias diferentes. Cada um desses personagens era chamado de heterônimos porque suas manifestações artísticas não possuíam nenhuma característica semelhante à de Fernando Pessoa. Era como se ele tivesse múltiplas personalidades. Seus principais heterônimos foram Alberto Caiero, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, mas alguns estudiosos acreditam que mais de 70 heterônimos foram criados.

 

As obras que Fernando escreveu "ele mesmo" são chamadas de orntónimas. Nessas publicações, o autor possui duas vertentes: a tradicional e a modernista. Seus poemas mais tradicionais seguiam as regras da poesia, como rimas ricas, e os temas abordavam o saudosismo e a pátria. Porém, ele também foi um dos expoentes do Modernismo, portanto alguns de seus poemas não se preocupavam com a rigidez formal.

 

O legado de Fernando Pessoa é forte até os dias atuais. Por isso, que tal ler gratuitamente 16 obras completas dele? Faça o download:

 

1.» Poemas Inconjuntos, de Fernando Pessoa

2.» Poesias Inéditas, de Fernando Pessoa

3.» Poemas Traduzidos, de Fernando Pessoa

4.» Poemas de Fernando Pessoa, de Fernando Pessoa

5.» Poemas de Álvaro de Campos, de Fernando Pessoa

6.» O Pastor Amoroso, de Fernando Pessoa

7.» O Guardador de Rebanhos, de Fernando Pessoa

8.» O Eu Profundo e os Outros Eus, de Fernando Pessoa

9.» O Banqueiro Anarquista, de Fernando Pessoa

10.» Mensagem, de Fernando Pessoa

11.» Do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

12.» Cancioneiro, de Fernando Pessoa

13.» Poemas de Ricardo Reis, de Fernando Pessoa

14.» Poemas em Inglês, de Fernando Pessoa

15.» Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco, de Fernando Pessoa

16.» Primeiro Fausto, de Fernando Pessoa

 



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