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Pesquisa mostra que escola os jovens querem

      
Fonte: Shutterstock
A pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção feita pelo Porvir e a Rede Conhecimento Social apontou as críticas e desejos dos jovens quando o assunto é a educação recebida por eles. A pesquisa ouviu 132 mil adolescentes e jovens de 13 a 21 anos de todo o Brasil para chegar à conclusão de que a maioria não está satisfeita com a escola atual.

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De acordo com a pesquisa, 90% dos jovens não está satisfeito com a educação que recebe. Metade dos jovens vê a estrutura das suas escolas como inadequada, e 8 em cada 10 jovens afirmaram que a relação entre a equipe escolar e os alunos precisa melhorar. Mas apesar das críticas, 70% dos alunos afirma que gosta de estudar na sua escola.


A pesquisa vem em meio a reforma feita na educação que pretende tornar o ensino médio mais atraente ao jovem. Com isso em mente, além de perguntar ao jovem os problemas da escola, a pesquisa perguntou aos jovens que ensino eles querem receber.


Os participantes disseram que o foco da escola ideal deveria ser, em primeiro plano, a preparação para o vestibular e ENEM. A segunda prioridade é o mercado de trabalho. Mas quando imaginam uma escola ideal, o conteúdo não se prende ao cobrado nessas provas. Eles demonstram interesse em aprender sobre habilidades de relacionamento e tecnologia. É reconhecida a importância de conteúdos de exatas e humanas, pois entendem que a escola é importante não apenas para a sua formação profissional, mas também para a formação cidadã. Além disso, eles também querem ter acesso à conteúdos prazerosos e divertidos, como esportes e bem-estar.


Os seus interesses são diversos: 46% dos jovens gosta da ideia de um horário flexível, mas acredita também que algumas matérias, como matemática, deveriam ser obrigatórias na escola ideal. A pesquisa mostrou que quanto mais velho o jovem, maior a importância dada a preparação de relações humanas e sociais. Os mais novos apontaram que para aprender mais, o investimento deveria ir para a tecnologia, enquanto os mais velhos sugeriram mais projetos e rodas de conversa.


Os jovens criticam o ambiente escolar atual, e defendem que na escola ideal ele seria mais flexível e permitir maior participação e prática do aluno. Isso incluiria o fim do modelo de ensino com carteiras dispostas em filas, e das aulas expositivas seguidas de provas. Para o aluno moderno, o ensino deve ser mais aberto a interações com o mundo fora da escola, e a escola em si deve oferecer ambientes mais flexíveis. Ao invés das cadeiras escolares, foram sugeridos pufes, sofás e bancadas.


Para conferir a pesquisa completa acesse o site do Porvir.



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