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Como alcançar cargos C-level? Saiba como chegar lá em 6 passos

      

Os cargos C-level surgem em um contexto dominado pelas empresas modernas com forte viés inovador ou profundamente ligadas à tecnologia.

Como você vai perceber neste artigo, eles são chamados dessa forma por carregarem a inicial “C”, de “Chief”, em todas as denominações.

A propósito, embora esse “C” possa dar a entender que esses profissionais são todo-poderosos, na prática o que acontece é bem diferente.

Para ficar por dentro do assunto e saber como alcançar esse nível profissional, continue acompanhando a leitura. Quem sabe na sua próxima entrevista de emprego você não consiga usar o que aprendeu aqui?

1. Conhecer a empresa de forma global

Cargo de destaque: CEO (Chief Executive Officer) e CFO (Chief Financial Officer)

Uma das características fundamentais nos cargos C-level é o amplo conhecimento sobre as empresas em que trabalham. A estrutura organizacional, a cultura, os valores e até o dress code fazem parte do conjunto de saberes que todo profissional “C” deve cultivar.

O conhecimento profundo das organizações que integram é tão importante porque, para fazer parte desse time, é necessário ter visão ampla de negócios.

Quando domina o contexto no qual está inserido, o gestor “C” tem muito mais subsídios para uma tomada de decisão acertada. Portanto, é imprescindível conhecer a fundo a empresa da qual faz parte, até mesmo para dar conta dos desafiosfinanceiros.

Todos que almejam cargos de liderança (como o de CEO) precisam compreender desde cedo que, se não estiverem por dentro de como a empresa funciona, não terão condições de solucionar os seus problemas.

2. Saber gerenciar pessoas

Cargo de destaque: CPO (Chief People Officer)

Outro traço inerente a um profissional dessa linha é a capacidade de delegar tarefas e identificar as pessoas mais competentes para executá-las.

Antes mesmo de iniciar um processo seletivo, caberá ao CPO analisar as vagas em aberto e definir quais são os atributos fundamentais e desejáveis para elas.

Além dos critérios técnicos, esse profissional deve saber avaliar características comportamentais, igualmente importantes para a composição de uma equipe coesa e eficiente.

No dia a dia, essa é uma característica apreciada nos gestores que estiverem à frente de departamentos pessoais. Afinal, entre suas atribuições, está a de fazer valer a cultura da empresa e engajar os colaboradores em torno das metas organizacionais — sem se esquecer de seus próprios objetivos.

3. Ampliar a rede de contatos

Cargo de destaque: CMO (Chief Marketing Officer)

A atenção permanente ao networking faz parte da cultura empresarial que dá origem aos cargos C-level. Estar sempre em contato com as pessoas certas é parte do trabalho dos executivos “C” — afinal, eles sabem melhor do que ninguém que não se chega a lugar nenhum sozinho.

Profissionais de marketing e relações públicas que queiram ascender na carreira precisam ficar particularmente atentos a esse detalhe. Assim como na esfera pessoal, a rede de contatos também será útil para atender aos interesses coletivos e da empresa.

Um networking sólido o bastante pode ser a garantia deparcerias estratégicas e que fortaleçam o negócio como um todo. Por isso, ser bem-relacionado é uma característica muito desejada em profissionais “C” que ocupam funções nas quais é preciso fechar contratos ou que dependam de agentes externos.

4. Aprender a se comunicar efetivamente

Cargo de destaque: CSO (Chief Sustainability Officer)

Em um universo corporativo cada vez mais competitivo, no qual as pessoas estão sempre buscando seu lugar ao sol, ahabilidade de comunicação vale ouro.

Executivos “C” precisam desenvolver muito bem suas ferramentas nesse aspecto, afinal, estarão o tempo todo respondendo pelas empresas que representam ou solucionando conflitos e impasses internos.

Não menos importante, o profissional deve estar atento aos múltiplos interesses em jogo e entender que suas decisões poderão gerar desdobramentos em várias frentes.

A habilidade de negociar é muito bem-vinda no cargo de CSO, o gestor responsável por garantir que a empresa observa os aspectos ambientais em todas as suas atividades.

Isso implica atuar, por exemplo, junto a órgãos públicos de regulamentação, ONGs de defesa dos animais ou biomas e em pronunciamentos direcionados ao público.

5. Investir em qualificação

Cargo de destaque: COO (Chief Operating Officer)

A exigência pelo aperfeiçoamento constante é outro componente imprescindível para profissionais nível “C”.

Em empresas que estão se estruturando nesse padrão organizacional, é muito comum delegar a profissionais do segmento operacional tarefas que, em princípio, não seriam suas.

Sendo assim, quanto mais qualificação você tiver, mais útil será para a empresa. Não é raro que um executivo que sabe “transitar” em várias áreas seja considerado o braço direito do CEO.

Os cargos ligados à parte operacional, naturalmente, são os que exigem alta especialização. Ao contrário das funções “de escritório”, gestores operacionais são mais “de campo”, e precisam dominar muito bem as técnicas e processos que vão supervisionar.

6. Entender situações com rapidez

Cargo de destaque: CRO (Chief Risk Officer)

Como dissemos no início, o universo corporativo é extremamente competitivo. Essa “rivalidade” se manifesta em situações e comportamentos que exigem do profissional a capacidade de resolver os impasses com rapidez.

Por outro lado, ser rápido não significa ser precipitado. Ou seja, o executivo “C” precisa desenvolver a habilidade de ler com clareza o contexto, para então tomar as medidas certas.

É o caso dos profissionais incumbidos de avaliar os riscos envolvidos nas operações das empresas, principalmente as logísticas. Quanto mais complexa a cadeia de suprimentos (supply chain), mais expostas as operações ficam a acidentes, furtos, roubos e até à cobrança de impostos e taxas além do que foi planejado.

Portanto, os cargos C-level exigem formação ampla e continuada, sem a qual o profissional não é capaz de avançar na carreira. Se você realmente almeja uma posição nesse nível, precisa trabalhar duro, aproveitar ao máximo o que sua faculdade tem a oferecer e, não menos importante, estar sempre disposto ase desenvolver.

Ficou interessado no assunto e quer aprender ainda mais? Lembre-se de que conhecimento é poder, e é o que diferencia profissionais medianos dos que se destacam. Complemente a leitura acessando o artigo em que debatemos sobre opapel da escola no desenvolvimento do empreendedorismo!



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