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Guia Nota 1.000: proposta de intervenção na redação do Enem 2016

      
Fonte: Shutterstock

Neste ano, as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) acontecerão nos dias 5 e 6 de novembro. Além das questões de Matemática, História, Química, Língua Portuguesa e outras matérias do currículo escolar, o Enem também conta com uma prova de redação, importantíssima para um bom desempenho do aluno no exame. Pensando nisso, a Universia Brasil criou o Guia Nota 1.000, feito para ajudar os candidatos a conquistarem a tão sonhada vaga no ensino superior.

 

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A nota da redação do Enem varia de zero a 1.000 pontos. Para compor a pontuação do aluno, são avaliados alguns critérios como atendimento ao tema proposto e à estrutura de texto cobrada no exame (dissertação argumentativa), domínio da modalidade formal da escrita, respeito aos Direitos Humanos, entre outros.

 

Outro elemento essencial à redação do Enem é a proposta de intervenção, que é a parte final do texto dissertativo, na qual o candidato sugere soluções para os problemas apresentados no tema. Segundo a coordenadora de redação do Curso Poliedro Gabriela Carvalho, é preciso que os aluno faça algumas perguntas antes de começar o texto, para que a proposta de intervenção seja feita corretamente: “Quem vai fazer o que?”, “De que forma?” e “Por quê?”.

 

“A proposta de intervenção deve estar conectada com o texto todo e essas perguntas ajudarão a fazer o link”, explica Gabriela. A professora também salienta a importância de ter coerência na hora de relacionar os problemas com seus responsáveis. “Se ao longo da argumentação o aluno falar que o problema é de responsabilidade do Governo e das famílias, por exemplo, mas na intervenção ele disser que é importante haver a atuação das ONGs, haverá um desencontro. Ele não falou de ONGs ao longo do texto, e sim de Governo e família. Por isso, na proposta de intervenção deve constar Governo e família”, explica a professora.

 

A proposta também precisa ser executável, ou seja, possível de ser aplicada em situações reais, e deve ser apresentada com um certo grau de detalhamento. “Dizer que as autoridades precisam investir em educação é uma proposta vaga”, explica Gabriela. Segundo a coordenadora do Poliedro, se a autoridade ler essa redação, ainda terá de pensar em maneiras de investir no ensino. Por isso, é preciso dar exemplos concretos.

 

Outra dica da professora é tomar cuidado na hora de desmembrar o problema e seus agentes causadores. Se o aluno citar muitos fatores e colocar a culpa em todo mundo, criará uma situação insolúvel. “Eu sugeriria mais de um agente. Ano passado tiveram bancas (de corretores) que cobraram dois agentes e outras que cobraram um agente bem completo. Então, o ideal é que o aluno faça pelo menos dois, com um alto grau de detalhamento, pensando nas três perguntas: quem vai fazer o que, de que forma e por quê?”, conta Gabriela.

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