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ENEM 2016: temas que mais caem nas provas de Ciências Humanas

      
Fonte: Shutterstock
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Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 está se aproximando e a pergunta que não quer calar para os candidatos é o que será cobrado na prova deste ano? Um levantamento do Sistema de Ensino Poliedro avaliou as edições passadas do exame, de 2009 a 2015, e conseguiu fazer um Raio-X dos temas que mais caíram em cada uma das quatro áreas do conhecimento. Além disso, a pesquisa mostrou que a prova, que era conhecida por ter repostas para suas questões por meio da interpretação de texto, se tornou uma avaliação com cobrança mais aprofundada de conteúdo.

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Ciências Humanas e suas Tecnologias, área que aparece no primeiro dia de prova, tem 30% das suas questões relacionadas aos movimentos sociais, pensamentos políticos e revoluções e mobilizações. Diversidade e conflitos culturais e a vida em sociedade apareceram em 26% dos exercícios, sendo que a maioria envolve questões atuais, suas origens e também cultura brasileira e a influência africana e indígena.

Em entrevista ao Jornal O Estado de S. Paulo, o professor de História do Poliedro Rodolfo Neves disse que os alunos precisam estar atentos aos assuntos que apareceram nos noticiários deste ano, pois o Enem poderá cobrar dos candidatos que façam um paralelo entre esses temas e algum contexto histórico. O docente disse também que apesar da nova cara mais conteudista do Enem, a interpretação ainda é um recurso essencial para resolver muitas questões, principalmente em exercícios com gráficos, pinturas, mapas, etc.

Ruth Borges, que ensina História no Descomplica, contou à reportagem do periódico que o candidato precisa estar ao papel do passado na construção do mundo como conhecemos hoje. Segundo ela, nos últimos anos, os temas que mais caíram na prova da disciplina que leciona foi período colonial brasileiro, império e república oligárquica, mostrando a importância de temas nacionais no Enem.

Já na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, se a avaliação de 2016 seguir a tendência das edições passadas, o aluno precisa estar preparado para interpretar diferentes gêneros textuais. O professor César Cenem, que leciona Língua Portuguesa no Poliedro, também contou em entrevista ao Estadão que conhecimentos teóricos, como análise sintática e pontuação, não são cobrados de forma direta na prova, mas vinculados à interpretação de texto. Para o professor, o aluno precisa se preparar para lidar com possíveis fatores surpresa na prova, como um gênero pouco cobrado nos exames.



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