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Governo sanciona reforma do Ensino Médio

      
Governo sanciona reforma do Ensino Médio
Governo sanciona reforma do Ensino Médio  |  Fonte: Shutterstock

O governo federal sancionou nesta quinta-feira (16) a reforma do Ensino Médio. Otexto havia sido aprovado pelo Senado do dia 8 de fevereiro. Entre os destaques do texto, está a permissão para que as escolas escolham como ocupar 40% da carga horária do período de três anos que corresponde ao Ensino Médio.

Os outros 60% serão compostos por conteúdos obrigatórios determinados pela Base Nacional Curricular Comum (BNCC), que ainda deve ser debatida. A escola deverá oferecer aos alunos um dos cinco chamados itinerários formativos que consistem em: linguagens e suas tecnologias, matemática e suas tecnologias, ciências da natureza e suas tecnologias, ciências humanas e sociais aplicadas e formação técnica e profissional.

O ensino de português e matemática será obrigatório. Inglês, artes, educação física, sociologia e filosofia também serão compulsórios. O ensino integral também é apoiado pela medida e estabelece que a carga horária atual deve ser ampliada até atingir 1,4 mil horas anuais. O total cobrado atualmente é de 800 horas. As escolas terão cinco anos para terem uma carga de ao menos mil horas.

Durante a sanção da lei, o Ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que a proposta da mudança é buscar fazer com que o ensino seja mais atraente para o estudante. “O jovem protagoniza um papel cada vez mais relevante. Mas a escola era estática. O que queremos é abrir a cabeça do jovem e ampliar as oportunidades. Ênfase em matemática e português e o jovem vai protagonizar a ênfase educacional”, disse.

Vale lembrar que, por ter sido enviada ao Congresso por meio de uma medida provisória, a reforma já possuía força de lei desde sua publicação no Diário Oficial, em setembro de 2016. Porém, ela só será colocada em prática após a definição da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que está sendo elaborada e deve ser homologada em 2017.

Ao longo de sua composição, a reforma sofreu críticas por remover a obrigatoriedade de matérias como sociologia e filosofia. Após mudanças, as disciplinas passaram a ser compulsórias, porém, podendo ser diluídas entre outras. Em uma pesquisa informal realizada pelo Twitter da Universia Brasil, 46% dos usuários disse não concordar com a reforma.

Saiba mais sobre a reforma do ensino médio e fique por dentro


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