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Como usar os smartphones na sala de aula invertida

      
Estar atualizado com as novas tecnologias e integrá-las em classe é o desafio de cada docente
Estar atualizado com as novas tecnologias e integrá-las em classe é o desafio de cada docente
  • A tecnologia vem transformando a forma como nos relacionamos com as pessoas e com o mundo que temos ao redor.
  • A educação não fica de fora deste processo de mudanças.
  • Porém, a tecnologia por si mesma não melhorará a educação se não vier acompanhada de uma mudança metodológica.

Quando as TIC se adaptam de maneira adequada às necessidades educativas, falamos de que os tablets e os computadores são já ferramentas habituais nas salas de aula, mas quando nos referimos aos smartphones parte da comunidade educativa ainda se mostra receosa com relação ao seu potencial como ferramenta para a educação.  

Entretanto, o celular pode chegar a ser um instrumento educativo, especialmente para os centros educativos que ainda não concretizaram um projeto digital, principalmente no que se refere à nova modalidade de ensino: a sala de aula invertida.

Nela, o aluno absorve o conteúdo através do meio virtual e, ao chegar na sala presencial, ele já está ciente do assunto a ser desenvolvido.

A sala de aula presencial se torna o local de interação professor-aluno, para resolver dúvidas e construir atividades em grupo, por exemplo.

Neste caso, os alunos que antes realizavam todo o processo de consumo de conteúdos dentro da sala de aula, agora começam a fazê-lo dentro de suas casas ou em qualquer outro lugar que tenha acesso à Internet por intermédio do ensino online.

Com os smartphones, como funciona o processo ensino-aprendizado? 

Na sala de aula invertida o profesor pode seleccionar uma temática, dividir os alunos em grupos e pedir-lhes que preparem um tema.

Com os seus celulares, os alunos poderão montar um vídeo, fazer fotos, gravar áudios e preparar apresentações, criar blogs, o que representa uma extensa variedade de ferramentas para explorar a criatividade do aluno e colocar à prova sua capacidade para trabalhar em diferentes formatos.

Trabalho colaborativo

Em um trabalho de campo, é aconselhável que os alunos se dividam em grupos e que lhes sejam assignados temas relacionados com a saída que farão.

Uma boa dica é pedir que façam uma apresentação ou que elaborem um projeto que possam expor e compartilhar com seus colegas, incluindo o conteúdo visto durante a visita.

Aplicativos como Google Keep ou Evernote, ambos gratuitos, permitirão escrever anotações complementárias com imagens, desenhos ou áudios, preparando o material para suas posteriores apresentações.

Atualidade informativa

Para avaliar a capacidade dos alunos para relacionar o que aprendem em sala de aula com o mundo ou entender um determinado acontecimento dentro do seu contexto histórico, o professor pode, depois de sua explicação, reservar parte do tempo na classe para que os alunos consultem meios de comunicação, selecionem notícias relacionadas com o conteúdo visto.

Desta forma, os estudantes poderão trabalhar a capacidade para buscar informação, selecionar e contrastar as fontes, fazer um debate ou inclusive falar em público.  

Dicionário

Se o profesor permite que o aluno consulte de forma rápida nos seus celulares o significado de algumas palavras ou conceitos, haverá tempo para dedicar às explicações mais complexas.

O mais interessante na hora de introduzir a tecnologia na sala de aula são dois aspectos relevantes: transformar os estudantes em usuários competentes para um mundo em constante transformação, que saibam gestar tecnicamente o uso de uma ferramenta concreta e, ao mesmo tempo, trabalhar de forma conjunta conteúdos, habilidades sociais, comunicação e expressão, interpretação de dados, entre outras coisas; e a grande variedade de utilidades das que hoje é possível dispor de forma mais direta, alguns gratuitos, outros não.

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