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As empresas sabem contratar bem seus estagiários?

      
As empresas sabem contratar bem seus estagiários?
As empresas sabem contratar bem seus estagiários?  |  Fonte: Universia Brasil
Luis Cabañas, Universia Brasil

Gabriel Zamboni

É gerente Comercial da Universia Brasil. Ele participa da série Recrutamento e Seleção para as Empresas

O principal erro que algumas empresas do mercado vêm cometendo é a não valorização de seus estagiários. Acredite: existem organizações que não conseguem enxergar o potencial de seus novos talentos e acabam se prejudicando por isso no futuro.

O maior equívoco de uma empresa é contratar estagiários sem pensar em seu desenvolvimento profissional. A contratação de um jovem talento é considerada um dos melhores investimentos para uma companhia: são profissionais qualificados, que podem fazer toda diferença dentro de uma equipe e, ainda, têm potencial de tornarem-se os futuros líder da organização.

Estagiários, geralmente, ingressam em uma empresa com garra e vontade de aprender e contribuir o máximo em seu ambiente de trabalho. Mas, se sentem que seu empenho é desvalorizado ou que não possuem oportunidades de crescimento dentro de uma organização, tendem a desistirem do cargo e buscarem novos empregos. Quando uma empresa não contrata pensando com o viés de capacitação, é comum surgir esse tipo de conflito.

O conflito basicamente explica-se pelo fato de que muitas companhias não oferecem aquilo que o estagiário estava esperando da experiência. É dever da organização ser transparente com o candidato em relação às tarefas que ele terá que exercer.

Outro problema corriqueiro nas empresas é o gestor não demandar tarefas importantes para o jovem, por não confiar ainda em seu potencial. Jovens universitários estão ansiosos para iniciar no mercado de trabalho. Quando encontram esse tipo de barreira, ficam desmotivados para darem seu melhor.

Desistência por parte dos estagiários prejudica o andamento dos negócios. Processos seletivos demandam tempo e dinheiro para serem realizados constantemente. Além disso, a rotatividade de funcionários impacta diretamente o orçamento da empresa. Como os jovens dessa geração não gostam de perder tempo, abandonam as organizações em busca de oportunidades que realmente sejam relevantes para a construção de suas carreiras.

A solução para essas empresas, basicamente, seria conhecer quem é o jovem universitário que está em busca do primeiro emprego: o que procuram, no que se interessam, como costumam se portar, o que desejam, quais são as expectativas etc. Sem conhecer os potenciais funcionários, torna-se praticamente impossível desenvolver funções que respondam às expectativas deles no quesito aprendizado.

É preciso, também, definir qual o perfil esperado dos candidatos. Não só as competências técnicas, como também comportamentais: atitudes que combinam com a maneira de trabalhar na empresa; valores fundamentais; alinhamento ao propósito da companhia etc.

Em todos os processos conduzidos pela Universia Brasil, entrevistamos, antes de divulgar a vaga, o RH da organização contratante e o gestor responsável pelo cargo para desenhar o perfil ideal do candidato a ser escolhido.

Esse modelo de negócios desenvolvido pela Universia Brasil traz resultados assertivos na hora da contratação. Como definimos as características esperadas, desenvolvemos todo o processo baseado nos propósitos da empresa e só selecionamos candidatos que estejam alinhados com a cultura organizacional do local, evitando os conflitos. Nosso objetivo é fazer o melhor alinhamento entre as necessidades da companhia e as expectativas do jovem universitário.

Além de conduzir processos seletivos, a Universia Brasil mantém contato diário com os candidatos por meio dos seus canais digitais – e manter um bom relacionamento com o público universitário é fundamental para manter o posicionamento positivo da empresa perante os jovens. Sabemos falar a mesma língua deles. Como conhecemos cada um deles e seus perfis profissionais, conseguimos direcioná-los de forma correta para a posição desejada no mercado de trabalho – esse é nosso diferencial.

Para mim, as empresas que não começarem a pensar no desenvolvimento de seus estagiários a partir de agora, além de não ter líderes inspiradores futuramente na organização, perderão destaque no mercado.



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