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Atualidade universitária

 
(Crédito: Dreamstime/Divulgação)

 

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, lançou nesta terça-feira o programa de bolsas Ciência sem Fronteiras, que pretende beneficiar os estudantes de graduação, pós-graduação, pesquisadores, especialistas e jovens cientistas que tenham interesse em estudar no exterior. O anúncio foi feito durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, em Brasília.

 

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Do total de bolsas, 40 mil serão administradas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), 30 mil pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e 25 mil com iniciativa privada. Foram selecionadas 238 universidades espalhadas pelo mundo, 64 delas na área de ciência e saúde, 88 na área de ciências da vida e 86 em engenharia e tecnologia (Confira as áreas prioritárias do Programa Ciência sem Fronteiras)

 

Além da bolsa de US$ 800 mensais, o programa vai incluir passagem aérea, seguro-saúde, auxílio instalação e, dependendo do caso, algumas taxas da universidade. Além de estudar, o selecionado terá a oportunidade de fazer um estágio em uma empresa estrangeira. Entre as instituições selecionadas estão as universidades de Harvard, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Stanford e Cambridge.

 

Serão oferecidas cerca de 27 mil bolsas de graduação, 24 mil bolsas de doutorado (de um ano de duração), 9,7 mil bolsas de doutorado integral (com 4 anos de duração), 9 mil bolsas de pós-doutorado e outras 1950 bolsas divididas entre jovens cientistas, pesquisadores e especialistas.

 

O processo de seleção deve acontecer no segundo semestre de 2011. Para conquistar uma das bolsas de graduação, o estudante precisa ter atingido mais de 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

 



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