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Noticia : Dentro do Campus
20/05/2011
Projeto foi idealizado no Poli Cidadã para atender setores de baixa renda
Aparelho é pequeno, com tamanho próximo a um celular (Crédito: Divulgação)
É o primeiro aparelho com tecnologia nacional
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Idealizado no Projeto Poli Cidadã para atender setores de baixa renda, o aparelho portátil possui um sistema de funcionamento simples e é capaz de “dizer” instantaneamente a cor de um objeto, por intermédio de um alto-falante. A versão final do Auire Prisma levou cinco anos para ser concluída. Diferentemente do protótipo anterior, que precisava ser conectado a um computador, o aparelho agora disponível é autônomo, móvel e possui uma baixa incidência de erros.
Com um tamanho próximo a um celular, é composto por dois botões: um para definir cores e sua intensidade (intensa/pálida ou claro/escuro), e outro para identificar as nota de dinheiro. “Antes do Auire Prisma só existiam no Brasil identificadores de cores importados. Além de caros, eles não ‘diziam’ as cores em português”, aponta Nathalia.
Os importados também não identificam notas de Real. “Alguns aparelhos identificavam notas de Dólar, que são todas da mesma cor. Isso tornava o sistema incapaz de identificar notas de Real”, afirma a engenheira.
O aparelho desenvolvido na Poli depende essencialmente de um led (pequena lâmpada) e três sensores ópticos. O led é responsável por incidir sobre a superfície do objeto um flash de luz, que naturalmente reflete de volta para o aparelho e chega até os três sensores ópticos. Cada sensor é responsável por identificar uma das três cores básicas: vermelho, verde e azul (um sensor para cada cor).
Após a medir a frequência de cada cor, o Auire Prisma “fala” a coloração do objeto e define sua intensidade. O aparelho é movido por duas pilhas alcalinas.
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