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Unifesp recruta usuários de maconha para participarem de estudo

      
Estudos internacionais mostram que, quanto mais personalizado for o tratamento para usuários de drogas, maior sua eficácia. Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo, locados no Ambulatório da Maconha - um dos serviços oferecidos pela Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad) - quer justamente avaliar qual a forma e duração mais eficaz de tratamento psicológico (baseado em informação, terapia cognitivo-comportamental/prevenção de recaída e entrevista motivacional) para usuários de maconha.

A dúvida é se o que realmente interfere na mudança de comportamento é o fato do usuário ter ligação com o serviço, com a perspectiva do encontro com o terapeuta, com acompanhamento por um período mais extenso, independentemente da intensidade das sessões ou, ao contrário, se é a intensidade do acompanhamento - maior freqüência de sessões em período breve.

Para isto, os pesquisadores, sob coordenação da psicóloga Flávia Jungerman, coordenadora do Ambulatório de Maconha, estão recrutando 300 voluntários para um ensaio clínico, aprovado pelo Comitê de Ética da Unifesp sob o número 1367/01. Os interessados devem ser maiores de 18 anos, considerarem que têm problema em relação ao uso da maconha e desejarem parar de fumar.

Os selecionados passarão por uma série de entrevistas antes e ao final do estudo, além de teste de urina. O próprio interessado em participar como voluntário no estudo é que deve fazer sua inscrição. Basta ligar para o telefone (11) 5572-4809, em horário comercial, e dizer que deseja participar do projeto de tratamento para usuários de maconha.

Fonte: UNIFESP
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