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Avaliação da ingestão de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos através da dieta

      
Mônica Cristiane Rojo de Camargo, autora da tese

Título da tese: Avaliação da ingestão de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos através da dieta

Autora: Mônica Cristiane Rojo de Camargo é graduada em Química pela Unicamp. Fez mestrado e doutorado em Ciências de Alimentos pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. ? professora participante do Departamento de Ciências de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Exerce atividades de pesquisa, docência e orientação.

Objetivo: Analisar a ingestão de HPAs (hidrocarbonetos policíclicos aromáticos), que são compostos potencialmente carcinogênicos, presentes em alimentos comuns na dieta do brasileiro.

Tempo de elaboração: de março de 1996 a março de 2001

Processo de elaboração: Não existiam, no Brasil, pesquisas anteriores sobre o assunto e, por isso, Mônica resolveu estimar a ingestão diária de HPAs na dieta do brasileiro.

O estudo foi basicamente dividido em 2 etapas: obtenção de dados de consumo de alimentos e determinação analítica dos HPAs de interesse nos produtos selecionados.

Aplicação prática: Serve de alerta para a população tomar conhecimento do assunto e para as indústrias, como incentivo para reduzir a contaminação em alguns tipos de processamento. E por último, para o governo, de modo que possa se estabelecer uma legislação.

O que pretende fazer agora: Almeja continuar na vida acadêmica, que é o que gosta.

Título da tese: Avaliação da ingestão de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos através da dieta

Autora: Mônica Cristiane Rojo de Camargo é graduada em Química pela Unicamp. Fez mestrado e doutorado em Ciências de Alimentos pela Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. ? professora participante do Departamento de Ciências de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Exerce atividades de pesquisa, docência e orientação.

Objetivo: Analisar a ingestão de HPAs (hidrocarbonetos policíclicos aromáticos), que são compostos potencialmente carcinogênicos, presentes em alimentos comuns na dieta do brasileiro.

Tempo de elaboração: de março de 1996 a março de 2001

Processo de elaboração: Não existiam, no Brasil, pesquisas anteriores sobre o assunto e, por isso, Mônica resolveu estimar a ingestão diária de HPAs na dieta do brasileiro.

O estudo foi basicamente dividido em 2 etapas: obtenção de dados de consumo de alimentos e determinação analítica dos HPAs de interesse nos produtos selecionados.

Aplicação prática: Serve de alerta para a população tomar conhecimento do assunto e para as indústrias, como incentivo para reduzir a contaminação em alguns tipos de processamento. E por último, para o governo, de modo que possa se estabelecer uma legislação.

O que pretende fazer agora: Almeja continuar na vida acadêmica, que é o que gosta.

RESUMO
Leia aqui o resumo da tese em
Português
A tese: De acordo com Mônica, para estimar a ingestão diária de HPAs foram feitos levantamentos de dados de consumo de alimentos e bebidas pela população. Esses dados foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), através da "Pesquisa de Orçamento Familiar" (POF) de 1996.

Essa pesquisa do IBGE foi feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Brasília e Goiânia. Juntas, essas áreas urbanas correspondem a cerca de 30% da população, compreendendo diferentes classes sociais e variados níveis de escolaridade e idade.

O IBGE forneceu diversos grupos de alimentos. "Entre estes, vários foram selecionados dentre os mais consumidos pela população e aqueles nos quais certamente os HPAs seriam encontrados", explica a pesquisadora. ? o caso de óleos, onde a substância sempre está presente.

Feito isso, os alimentos selecionados foram analisados em laboratório e estimou-se a ingestão desses produtos.

Conclusões: Foi verificado que óleos e gorduras estavam contaminados, a carne defumada em função do processo de defumação também estava contaminada. Além dos açúcares, em especial, o refinado.

"Esse estudo dos açúcares continua, analisarei toda a cadeia do açúcar e todo o processo de refino, exatamente para verificar se existe uma redução e qual a etapa que contribui para a contaminação", comenta Mônica.

Os alimentos apontados foram os que mais se destacaram por estarem bastante contaminados.

Foram feitos alguns estudos paralelos, como por exemplo verificar alfaces. "Analisamos se a localização do cultivo influenciava na contaminação", diz a professora. Ou seja, alfaces plantadas perto de regiões industrializadas ou perto de rodovias apresentaram maior grau de contaminação em relação às regiões interioranas, como sítios, locais onde a poluição é mínima.

Como dado complementar ao estudo, foi analisada a técnica de preparação do café. Os HPAs estão presentes no pó de café em função da torrefação dos grãos. "Quando a bebida foi feita passando somente a água pelo pó, ou seja, na forma tradicional de se fazer o café, praticamente não passou nenhum HPA para o líquido", explica. Por outro lado, quando o pó foi fervido juntamente com a água, que é o hábito de muitas donas de casa, a quantidade de contaminantes encontrada na bebida foi praticamente a mesma do pó de café.

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