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Notícias

Financiamento à pesquisa na Amazônia

      

Por Renata Costa

Embora muitos pesquisadores estrangeiros estejam na Região Amazônica investindo, algumas vezes, milhões de dólares para estudar a biodiversidade ou saber como está a preservação da maior floresta tropical do planeta, a pesquisa realizada por cientistas locais nem sempre ganha maior destaque dentro da C&T nacional e nem mesmo recebe incentivo.

Aos poucos, a situação tem mudado, segundo a secretária estadual de Ciência e Tecnologia do estado do Amazonas, Marilene Correa. O estado, onde está localizada a maior parte da área chamada Amazônia Legal, saiu, como diz a secretária, do zero. A entidade que a professora Marilene comanda, por exemplo, foi criada apenas no início de 2003. Por isso não é de estranhar que o estado com a maior riqueza fluvial do Brasil e com a maior parte da floresta não tivesse a Pesquisa levada muito a sério.

Entre os meses de julho de 2003 a 2004, foram investidos, segundo a secretária, pouco mais de R$ 52 milhões em recursos estaduais e federais. Os benefícios foram em todos os níveis, desde técnico, passando por iniciação científica até bolsas de mestrado e doutorado e mesmo financiamento para viagens e publicações em revistas científicas.

Dentro da política de descentralização da pesquisa do país - tema tão propagado pelo atual ministro de C&T Eduardo Campos quanto por seu antecessor, Roberto Amaral - foram concedidas pelo CNPq bolsas para doutores seniores e recém-doutores de outras regiões que queiram ir para o Amazonas. Fora isso, cada um ganha um incentivo de R$ 17.000 a R$ 22.000, ou no caso de recém-doutorados, R$ 13.000. Finep, Capes e MCT também têm destinado recursos.

? claro que nem todos os estados da região Amazônica tiveram esse "upgrade" em incentivos para a pesquisa. "Nem todas as secretarias têm possibilidade de interlocução direta com o Governo Federal, o que gera alguma dificuldade, mas a gente acredita que já houve um esforço no sentido de descentralizar mais o diálogo", diz a secretária.

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