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FEI constrói dois aviões para disputar a Competição Sã ãroDesign

      
Competição acontece entre os dias 24 e 26 de setembro, em São José dos Campos, SP
São Bernardo do Campo, 10 de setembro de 2004 - Mais de 40 anos em tradição na Engenharia Mecânica Automobilística, mas capaz de projetar aviões, o Centro Universitário da FEI prepara-se para disputar, através de 14 alunos, a VI Competição Sã BRASIL ãroDesign. Para o evento, que acontece de 24 a 26 de setembro, no Centro Técnico ãroespacial (CTA), em São José dos Campos, SP, os estudantes da FEI trabalham na construção de dois aviões radiocontrolados que irão competir com 57 projetos, de 46 universidades do País.

O desafio frente a uma área pouco comum no seu cotidiano é assunto que não preocupa os estudantes da FEI, quase todos do curso de Engenharia Mecânica. "Eles não só aprendem a montar e desmontar um motor de carro, como têm os fundamentos para resolver na prática os problemas que aparecem com a criação de uma nova máquina" afirma Airton Nabarrete, professor e coordenador do Projeto ãroDesign na FEI.

A competição tem duas modalidades de aviões, Classe Regular e Classe Aberta, e a FEI possui projetos em ambas. O avião Mamute é da categoria Aberta, novidade na FEI e ainda na Sã BRASIL. Com asas de 6m, o Mamute é um projeto audacioso que utiliza materiais muito leves compondo nervuras, em forma de sanduíche, com recheio de 'depron' (isopor) e madeira balsa, reforçadas nas bordas por fibras de carbono e de poliamida, o que garante a rigidez necessária ao avião. "Dá para carregar uma pessoa de até 45 quilos", conta Fernando Romagnoli Barbosa, capitão da equipe Mamute. O projeto vem consumindo finais de semana, feriados e madrugadas de toda equipe. "Damos o sangue pelo projeto", completa o estudante.

Da Classe Regular, o Kondhor é uma inovação do Tatu, que ficou em 10º lugar na competição em 2003. O projeto possui asas com formato arredondado, que resultam em maior força de sustentação e melhor aceleração. A expectativa é carregar mais de 10 quilos, meta nunca alcançada na competição. "Para isso fizemos várias modificações no projeto ãrodinâmico", diz Filipe Venâncio, capitão da equipe Kondhor. O projeto será um dos 58 aviões da Classe Regular, que além do motor padrão, devem ter um compartimento de carga com dimensões mínimas padronizadas e um limite para a envergadura, cujo valor máximo permitido é de 1,83 metro.

A competição resulta de um desafio lançado pela Sã BRASIL a estudantes de todo o Brasil: o de projetar e construir ãronaves, em escala reduzida, em conformidade com regras estabelecidas pela organização, e que sejam capazes de superar uma bateria de testes, demonstrando capacidade de vôo controlado, para uma carga útil sempre crescente, até as condições limite do projeto.

Como prêmio, as duas equipes da Classe Regular e a primeira da Classe Aberta que atingirem maior pontuação ganham o direito de representar o Brasil na Sã ãroDesign East, em 2005, competição realizada nos EUA e promovida pela Sã International.

Fonte: FEI
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