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Pesquisa na Unesp/Rio Claro destaca importância da atividade física

      
Pesquisa realizada no Departamento de Educação Física do Instituto de Biociências (IB) da Unesp, campus de Rio Claro por Leandro Ferreira comprova a importância da atividade física para a manutenção da força nos membros inferiores.

Utilizando dois grupos de mulheres, um de jovens e outro de integrantes da Terceira Idade, o estudo aponta a musculação como alternativa de atividade para recuperar a força perdida devido à falta de atividade física.

Segundo Ferreira, os efeitos do processo de envelhecimento não são uniformes, inclusive na operacionalização do status fisiológico dos sistemas, através de componentes da capacidade funcional. Por exemplo, a força (componente da capacidade funcional) não é perdida de maneira uniforme em todos os grupos musculares e para todos os tipos de movimentos. Durante o processo de envelhecimento observa-se um maior declínio de força nos membros inferiores.

A diminuição do nível e intensidade das atividades físicas é um dos fatores cruciais do declínio da capacidade funcional, principalmente força, do ser humano. Para Ferreira, a prática regular de atividade física propicia reversibilidade parcial, manutenção ou redução da taxa de declínio da mesma. Isto, felizmente, indica que o organismo envelhecido retém a treinabilidade e a plasticidade de adaptação.

Nesse contexto, o objetivo desse estudo foi analisar a influência do nível de atividade física e do treinamento de musculação sobre a força muscular máxima em mulheres, com o envelhecimento. Participaram do estudo 72 mulheres voluntárias divididas em dois grupos: Grupo Jovem (20 a 30 anos) e Grupo Terceira Idade (50 a 70 anos).

Os dois grupos responderam um Recordatário Adaptado das Atividades Diárias (RAD), para discriminar o nível de atividade física e intensidade subjetiva de esforço de membros superiores (braços) e inferiores (pernas).

Além disso, o grupo na terceira idade foi submetido a testes de força máxima também para ambos os membros e, participaram de um treinamento de musculação de 12 semanas. Foi verificado que o grupo na terceira idade apresenta um maior nível de atividade física para os braços e menor para as pernas em relação ao grupo jovem. Em relação aos níveis de força máxima, o grupo na terceira idade apresentou maiores ganhos de força para pernas em relação aos braços.

A interpretação desses resultados, de acordo com Ferreira, conduz à conclusão que o menor nível de atividade física de pernas contribui para explicar tanto o maior declínio da força desses membros com o envelhecimento, quanto os maiores ganhos de força muscular máxima para esses membros após treinamento de musculação.

Fonte: Unesp/IB/Rio Claro

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