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PUC-Rio é campeã mundial em Olimpíada Internacional de Robôs

      
Com o robô Minitouro, de apenas 1,3kg, a equipe RioBotz, formada por alunos do curso de Controle e Automação da PUC-Rio, conquistou MEDALHA DE OURO em Guerra de Robôs da Olimpíada Internacional de Robótica (Robogames), na categoria beetleweight. A equipe também conquistou MEDALHA DE BRONZE na categoria middleweight(com o robô Touro, de 55kg). As disputas foram realizadas em São Francisco, Califórnia (EUA), entre 16 e 18 de junho, e a PUC-Rio representou o Brasil a convite do Presidente da Robotics Society of America David E. Calkins. Vide resultado em:https://www.robogames.net/2006.php

As referidas vitórias garantiram o lugar da RioBotz no Campeonato Nacional Norte-Americano, nas duas categorias citadas (beetle e middle): a competição envolverá os melhores robôs de todas as competições mundiais.

Pela primeira vez na história da Olimpíada (que envolveu 21 países e mais de 430 robôs), nas categorias em que lutamos, um país conseguiu tomar dos EUA qualquer medalha. Enfrentamos veteranos com mais de 10 anos de experiência em combates de robôs, donos de empresas de tecnologia, engenheiros da NASA; lutamos contra robôs famosos mundialmente, conhecidos desde as temporadas do programa Battlebots, exibido em horário nobre da TV americana, e que contam patrocínios consideráveis (por exemplo, um dos robôs que vencemos tinha 15 motores reserva para troca entre rounds). Eles ficaram impressionados não apenas pelo desempenho dos nossos robôs, mas também pelo fato de serem do Brasil e construídos por universitários, declarou, emocionado, o Coordenador da RioBotz, professor Marco Antonio Meggiolaro.

Para efeito de esclarecimento, o objetivo dos combates de robôs é desenvolver e aplicar conhecimentos em engenharia mecânica, elétrica e de computação para criar gladiadores robóticos teleoperados, utilizados em duelos, envolvendo um grande espetáculo visual em uma arena segura. Os robôs são projetados exclusivamente para a competição, e não têm o objetivo nem a capacidade de ser utilizados em guerras reais; muito pelo contrário, os conhecimentos adquiridos nesses robôs já permitem que sejam desenvolvidos projetos como cadeiras de rodas automáticas de baixo custo para deficientes.

Além das guerras, a Robogames abrigou outras modalidades da robótica como futebol, sumô e apresentações artísticas, e contou com ampla cobertura na mídia mundial, incluindo os canais NBC, FOX, CNN, ESPN. A equipe da PUC-Rio concedeu entrevistas para o Discovery Channel, além de outros canais da TV a cabo americana.

Os Robôs Vencedores

Inovação da PUC-Rio que contou com o patrocínio das empresas Hope, de Recursos Humanos, e EPTCA, de Equipamentos Médicos, o robô Touro (3º colocado) apresenta estrutura robusta, constituída de alumínio ãronáutico o mais resistente que existe e blindagem externa composta pela combinação titânio / kevlar (material utilizado em coletes à prova de balas). A idéia de combinar os dois materiais partiu do professor Marco Meggiolaro, que se inspirou no mix de materiais utilizado no projeto de tanques de guerra. "A combinação de várias camadas também foi usada pela NASA, na blindagem da sonda que foi de encontro a um cometa", ilustrou o professor.

A arma do robô, que deu origem ao nome Touro, também é uma novidade e consiste de um tambor giratório que arremessa os adversários para o alto (tal qual o golpe do animal); sua potência chega a mais de 10 cavalos, com corrente de 300A. Além disso, segundo o Coordenador da equipe, tanto o robô Touro como o Minitouro (a versão em miniatura e o GRANDE CAMPEÃO) foram projetados para andar e lutar de cabeça pra baixo, "uma característica crítica para se ter sucesso em competições internacionais".

Nota: A equipe da PUC-Rio também foi campeã, em 2004, da já tradicional "Guerra de Robôs" - competição nacional que integra, anualmente, o Encontro Nacional de Estudantes de Controle e Automação (ENECA), e, em 2005, da nova modalidade dessa competição, a "Guerra de Robôs sobre o Gelo" (Winter Challenge). Em ambas as disputas, participou com o robô Ciclone.

Fonte: PUC-Rio
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