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UFJF: Estudo Ambiental é realizado na Bacia do Córrego Independência

      
O estudo ambiental da Bacia do Córrego Independência tem como um de seus objetivos diagnosticar possíveis deslizamentos e inundações provocadas pela falta de planejamento da ocupação urbana. O córrego canalizado, que tem origem no Bairro Dom Bosco e deságua no Rio Paraibuna, na altura do Bairro Poço Rico, abrange diversos bairros de Juiz de Fora, como Granbery, Paineiras e Centro. À frente do trabalho está o professor do núcleo de Pesquisa Zoneamento e Risco Ambiental do curso de Geografia, Geraldo César Rocha. O estudo será apresentado na forma de painel, no seminário de Iniciação Científica, na II Mostra da UFJF, que acontece entre os dias 3 e 9 de julho.

De acordo com o professor, a Bacia do Córrego Independência é uma área piloto de estudo ambiental de diversos campos, como o solo, vegetação, população, declividade e hidrografia. "A região foi escolhida para estudo, pois ela possui a maior densidade populacional da cidade e apresenta problemas ambientais e urbanos", explica.

A pesquisa proporcionou um estudo específico sobre a caracterização e descrição de rochas da região. O coordenador informa que algumas áreas da cidade possuem uma fragilidade natural no solo: "O Morro do Cristo é instável e apresenta problemas de erosão e escorregamento". Segundo o professor, esses problemas são agravados pela falta de conscientização dos moradores, que contribuem para o desmatamento e jogam lixo no local, e também pelas grandes obras realizadas em áreas urbanas sem previamente ser feita uma avaliação do terreno.

O estudo das rochas está em fase de conclusão e ocorreu em três etapas. Primeiramente, houve a pesquisa bibliográfica, análise de mapas e fotografias aéreas, que indicam os pontos de dúvida, lugares a serem avaliados. Em seguida, os pesquisadores partiram para o trabalho de campo, indo até os diversos pontos de dúvida e, através de equipamentos especializados, eles estudaram o afloramento das rochas, delimitando seus contatos e colhendo amostragens. A última etapa consiste na interpretação dos dados coletados, fazendo uma análise das rochas quanto à distribuição, características e classificação. Os resultados são incluídos no Sistema de Informação Geográfica (SIG), um banco de dados digital que oferece acesso ao mapeamento das informações ambientais.

A pesquisa sobre rochas conta com a bolsistas Renata Geniany da Silva Costa, do 4° período de Geografia. O professor Geraldo César informa que, brevemente, lançará um livro sobre riscos ambientais, pela Editora da UFJF, contendo o estudo "Diagnóstico Ambiental da Bacia do Córrego Independência", divulgado constantemente em audiências públicas, congressos e no Conselho do Meio Ambiente.

Fonte: UFJF
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