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Engenharia Têxtil da FEI realiza estudo sobre absorção de raios ultravioletas pelo tecido

      

Estudantes avaliaram também a degradação da fibra de elastano pela ação do cloro e outro estudo sobre algodão/poliéster reciclado; apresentação de sete trabalhos será no dia 18 de dezembro

Alunos do curso de Engenharia Têxtil do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) apresentam no próximo dia 18, às 9h, estudos comparativos sobre tecidos. A pesquisa avalia a influência do fator de cobertura, do tipo de fibra e da cor na absorção de raios ultravioletas e a degradação da fibra de elastano pela ação do cloro. No total, sete trabalhos do curso serão apresentados no campus São Bernardo (avenida Humberto de Alencar Castelo Branco, 3.972, bairro Assunção).

Para analisar o nível de proteção aos raios ultravioletas de artigos de meia malha em função da cor, do tipo de fibra e do fator de cobertura da malha (grau de porosidade), a formanda Carolina Hattori analisou 16 amostras com tecidos de algodão, modal, poliamida e poliéster nas cores preto e cinza. Durantes os testes, os raios ultravioletas foram incididos nos tecidos para verificar o grau de absorção de UV através do artigo têxtil. "Foi comprovado, por exemplo, que a cor preta absorveu mais os raios ultravioletas do que a cor cinza, ou seja, a quantidade de UVA que passou pelo artigo têxtil foi menor, fornecendo melhor proteção", destaca Carolina.

Outro trabalho destaca a degradação da fibra de elastano pela ação do cloro e compara o comportamento dos tecidos de poliamida e elastano utilizados em roupas de natação usadas em piscinas. Os testes foram realizados com tipo de elastano que recebe tratamento para garantir mais resistência ao cloro e outro com elastano sem tratamento. "Um grande problema da fibra de elastano é a sensibilidade ao cloro. Nos testes, o tecido com tratamento foi mais resistente à ação do cloro", destaca a estudante Lívia Orsi Leme.

Nos testes, os tecidos ficaram na água com cloro durante 5 horas, 10 horas e 100 horas. Após cada ensaio, o material era lavado. "O elastano com tratamento manteve as propriedades de alongamento e elasticidade", explica Lívia. Atualmente, já existe no mercado um fio de elastano que promete proporcionar maior durabilidade aos tecidos, conservando as formas das peças expostas ao cloro e evitando a aparência de esgarçamento após uso e lavagens.

Reciclados - Com o objetivo de avaliar quanto um tecido feito com poliéster reciclado perde ou ganha em propriedades quando comparado ao poliéster obtido por polímero extrudado, a estudante Fernanda Franzoso Mendes escolheu o tema devido ao impacto ambiental que tem as embalagens de plástico, já que é um produto de difícil decomposição. "Existem várias formas de reciclar o PET e uma delas é a obtenção de fibras de poliéster reciclado", afirma Fernanda.

Os estudantes desenvolveram, ainda, estudos sobre o efeito do uso de amaciante na solidez dos tingimentos de poliéster em cores escuras, melhoria do toque de tecidos de algodão com acabamento easy-care com enzimas celulases, a influência do óleo residual de texturização no tingimento de malhas de poliamida e o desempenho de toalhas de banho 100% algodão egípcio em comparação com microfibras de poliéster (85%) /poliamida (15%).

Fonte: Assessoria de Comunicação da FEI

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