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UFJF: Pesquisadores desenvolvem aparelho para detectar adulteração no leite

      

Quatro anos de pesquisa resultaram em um protótipo de aparelho que será capaz de analisar se há adulteração no leite. A criação é resultado do estudo "Técnicas para verificação da porcentagem de água no leite", desenvolvido pela professora do Departamento de Física da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e coordenadora do programa de Mestrado Ciência e Tecnologia do Leite e Derivados, Maria José Valenzuela Bell. Outros dois docentes fazem parte do grupo, Marco Antônio Moreira Furtado e Virgílio de Carvalho dos Anjos, além de três bolsistas de iniciação científica e um aluno de doutorado.

O objetivo da pesquisa é encontrar formas de detectar possíveis fraudes no leite, como a adição de água ou sal. Maria José afirma que é mais comum do que se imagina a prática de adulteração do alimento. "O leite pode ser misturado não somente com água ou soro, como também com substâncias mais perigosas, como é o caso da soda cáustica e da água oxigenada." Ela ressalta ainda que, além dos riscos trazidos para a população que ingere o alimento modificado, o produto perde grande parte do seu valor nutritivo.

A professora explica que a fase agora é de aprimoramento do aparelho. O princípio do equipamento está na condutividade do líquido analisado. Se a condutividade não for compatível com àquela estabelecida do leite, é um sinal de que o alimento está alterado. O intuito é desenvolver e estruturar melhor o protótipo para que ele possa ser comercializado. O público-alvo são, principalmente, empresas que utilizem o leite como matéria-prima.

O projeto faz parte do Programa de Incentivo à Inovação (PII), uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, em conjunto com o Sebrã Minas e a UFJF, contando, ainda, com a consultoria técnica do Núcleo de Tecnologia da Qualidade e da Inovação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Na UFJF, a gestão do programa é feita pela Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico (Sedetec) e pelo Critt. Há, também, o apoio da Embrapa, Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora

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