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Resumo Fuvest 2016: Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis - Estrutura e Linguagem

      
Foto: Universia Brasil - Gabriela Costa
Foto: Universia Brasil - Gabriela Costa

Além do fato da narração de Memórias Póstumas de Brás Cubas ser feita por um defunto-autor, a estrutura e a linguagem através da qual Machado de Assisconcebeu a obra também são bastante interessantes, afinal revelam os fundamentos para as análises sobre o período em que viveu o autor e ainda demonstram as características do seu estilo. Sabendo da importância destas questões, a série Você não leu, mas precisa saber reuniu alguns apontamentos para ajudar você, vestibulando, a estudar para a Fuvest 2016. Confira-os a seguir:

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1 - O narrador é onisciente, mas, por vezes, é também consciente- participante. Trata-se ainda de um defunto-autor.


2 -
A concisão e a correção gramatical são marcas da obra machadiana que são perceptíveis neste romance.


3 -
A metalinguagem está presente no relato de Brás Cubas, que intercala os episódios de sua história com comentários sobre o próprio ato de escrever.


4 -
Estas interrupções também são utilizadas para refletir sobre determinado acontecimento ou ainda fazer digressões sobre diferentes tópicos que Brás relaciona com seu relato, de modo que a narrativa não segue uma ordem cronológica.


5 -
Seu texto é pessimista e niilista, demonstrando a descrença do autor com relação aos valores vigentes na época.


6 -
A ironia e o humor são recursos muito empregados neste livro e noutras obras da segunda fase de produção de Machado.


7 -
São poucas as descrições e apontamentos sobre a paisagem são muito raros, afinal o foco do escritor é o interior das personagens.


8 -
Os detalhes são utilizados pelo autor para apontar a composição do psicológico das personagens. Deste modo, o autor apenas insere fatos exteriores à reflexão do protagonista para desvendar profundamente a mente dele.

9 - Para construir sua narrativa, Machado faz uso de arquétipos, isto é, algo que já está presente no inconsciente coletivo, bastante comum no período clássico.


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