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Inspire-se a aprender com seus erros com Anna Karenina

      
Fonte: Universia Brasil
Fonte: Universia Brasil

"Todas as famílias felizes são iguais, as infelizes são infelizes cada uma a sua maneira" é a frase inicial do clássico da literatura russa “Anna Karenina”. Escrito por Léon Tolstói a partir de 1873, começou a ser publicado na revista Ruskii Véstnik de janeiro de 1875 a abril de 1877. No entanto, os capítulos finais não foram disponibilizados, já que o editor da publicação não concordava com o desfecho que Tolstói havia dado para sua obra prima.

 

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Assim, “Anna Karenina” foi lançada pela primeira vez como livro completo em 1877, sendo lido até os dias de hoje e considerada como o melhor romance do século XIX por alguns. Em relação ao enredo, a obra se estrutura com base em contrastes: o campo e a cidade, Moscou e São Petesburgo, locais onde a trama foi ambientada, a vida aristocrática e os mujiques, nome dado aos camponeses russos da época, entre outros paradoxos.

 

Anna Karenina era uma mulher aristocrática russa, casada com Alexei Karenin, um rico funcionário do governo da época. No entanto, a protagonista decide abandonar o marido e filho para se aventurar em um romance com Vronsky, seu amante. Esse triângulo amoroso é o foco da história, mas a partir dela Tolstói explora diversos temas correlatos, como o amor, a instituição do casamento e a fé, por exemplo.

 

Devido ao grande sucesso no universo literário, “Anna Karenina” já recebeu várias adaptações para os cinemas. A mais recente delas foi dirigida por Joe Wright e estreou em 2013. Além desse filme, Wright dirigiu outros dois famosos baseados em clássicos literários de Jane Austen e Ian McEwan, respectivamente: “Orgulho e Preconceito” (2005) e “Desejo e Reparação” (2007).

 

Ficou interessado pelo filme de Wright? Confira o trailer abaixo:

 

Por isso, a Universia Brasil dedicou o #52semanas para “Anna Karenina”, com o objetivo de inspirá-lo a lutar pelos seus sonhos e aprender com seus erros, da mesma forma que a protagonista da obra. 

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Confira as ilustrações abaixo com citações do texto de Tolstói:

 

 

 

 

 

 



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