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MIT faz exposição de arte com fotos de pesquisa sobre o câncer

      
Autor: Samara Vise  |  Fonte: MIT

Ao caminhar pelos corredores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, os alunos, professores e visitantes se deparam com quadros de desenhos coloridos e chamativos, dos mais diferentes formatos e padrões. No entanto, essa não é uma exposição de arte comum.

 

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Cada uma das telas que decoram as paredes da galeria do Instituto Koch de Pesquisa Integrativa do Câncer contam uma história de esperança e progresso e capturam o andamento de uma importante pesquisa sobre a doença. Entre as cenas apresentadas está o momento em que as células da imunidade combatem os tumores e o andamento de um tratamento de nanopartículas sobre câncer em estágio inicial.

 

 

Todas as imagens foram capturadas com um microscópio científico e são raramente vistas fora dos laboratórios de pesquisas, o que as torna bastante raras e educativas ao público geral e também aos estudantes e cientistas.

 

A coleção foi uma das vencedoras do concurso 2016 Image Awards Exhibition, que seleciona as imagens mais impressionantes captadas dentro dos laboratórios de biomedicina do MIT. “Todos os anos, as imagens vencedoras oferecem vislumbres do maravilhoso mundo das pesquisas científicas e impulsionam os pesquisadores a continuarem sua busca pelos avanços tecnológicos e a cura de doenças”, disse Anne Deconinck, diretora do Instituto Koch.

 

 

 

Em 2016, 9 coleções de imagens foram selecionadas, de um total de 150 inscritas, por um painel de juízes composto por especialistas nas mais diversas áreas, incluindo biologia, artes visuais e produção de mísia. “O critério usado para a escolha das fotos é que sejam visualmente surpreendentes e cientificamente atraentes”, explica Erika Reinfeld, coordenadora de relações públicas do Koch.

 

Para Omar F. Khan, cientista do Instituto, “ter essas imagens expostas é um jeito bastante significativo de se aproximar das pessoas que um dia os pesquisadores irão ajudar a curar”. Para ele, as fotos funcionam como uma conversa com o público, para mostrar que a comunidade científica nunca desiste de fazer a diferença.


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