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Professores formados agora podem ser bolsistas do Prouni

      
<p>Tem novidade nas formas de fazer uso do Prouni, que é o Programa Universidade para Todos do Governo Federal.</p><p>O Ministério da Educação (MEC) divulgou a nova informação no mês de outubro e o foco são os professores.</p><p>Agora, segundo o órgão, professores que já concluíram um primeiro curso de licenciatura podem, também, iniciar uma segunda graduação, desde que tiverem aprovação no Prouni.</p><p>A inscrição para as vagas remanescentes vai até hoje, 30/10, pelo <a href=https://siteprouni.mec.gov.br/><span>site do Prouni</span></a>.  </p><p> </p><h2><strong>Vagas remanescentes</strong></h2><p>De acordo com números do MEC, levando em consideração a mais recente edição do Prouni, do total de 56 mil bolsas de estudo oferecida, a quantia de 20 mil não teve preenchimentos.</p><p>Esse tipo de situação de não preenchimento ocorreu, em alguns casos, devido ao rigor nos processos exigidos com relação aos critérios de rendimentos para conseguir integrar o programa.</p><p>Nesse sentido, nos casos dos professores interessados em nova graduação, não será necessário comprovação da renda. Esse posicionamento também será aplicado às vagas remanescentes aos interessados em fazer cursos de licenciatura.</p><p> </p><h2><strong>Como funciona o Prouni</strong></h2><p>Criado em 2004, o programa oferece bolsas tanto integrais quanto de 50% nas IES privadas.</p><p>Para se inscrever nas remanescentes, é necessário que seja professor da rede pública, em efetivo exercício no magistério ou, então, que tenha feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com média das notas igual ou superior a 450 pontos – e não ter zerado a redação.</p><p>Para as bolsas integrais, é preciso ter renda familiar bruta mensal de 1,5 salário mínimo, por pessoa. No caso do desconto de 50%, a renda familiar bruta mensal deve se enquadrar em até três salários mínimos.</p><p>Lembrando que, conforme anunciado anteriormente, no caso dos professores da rede pública não será necessário comprovar renda.</p><p>Para os demais casos, é necessário que o aluno tenha cursado o ensino médio na rede pública (ou como bolsista integral em escola particular) ou ser pessoa com deficiência.</p><p></p>

Tem novidade nas formas de fazer uso do Prouni, que é o Programa Universidade para Todos do Governo Federal.

O Ministério da Educação (MEC) divulgou a nova informação no mês de outubro e o foco são os professores.

Agora, segundo o órgão, professores que já concluíram um primeiro curso de licenciatura podem, também, iniciar uma segunda graduação, desde que tiverem aprovação no Prouni.

A inscrição para as vagas remanescentes vai até hoje, 30/10, pelo site do Prouni.  

 

Vagas remanescentes

De acordo com números do MEC, levando em consideração a mais recente edição do Prouni, do total de 56 mil bolsas de estudo oferecida, a quantia de 20 mil não teve preenchimentos.

Esse tipo de situação de não preenchimento ocorreu, em alguns casos, devido ao rigor nos processos exigidos com relação aos critérios de rendimentos para conseguir integrar o programa.

Nesse sentido, nos casos dos professores interessados em nova graduação, não será necessário comprovação da renda. Esse posicionamento também será aplicado às vagas remanescentes aos interessados em fazer cursos de licenciatura.

 

Como funciona o Prouni

Criado em 2004, o programa oferece bolsas tanto integrais quanto de 50% nas IES privadas.

Para se inscrever nas remanescentes, é necessário que seja professor da rede pública, em efetivo exercício no magistério ou, então, que tenha feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com média das notas igual ou superior a 450 pontos – e não ter zerado a redação.

Para as bolsas integrais, é preciso ter renda familiar bruta mensal de 1,5 salário mínimo, por pessoa. No caso do desconto de 50%, a renda familiar bruta mensal deve se enquadrar em até três salários mínimos.

Lembrando que, conforme anunciado anteriormente, no caso dos professores da rede pública não será necessário comprovar renda.

Para os demais casos, é necessário que o aluno tenha cursado o ensino médio na rede pública (ou como bolsista integral em escola particular) ou ser pessoa com deficiência.


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