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Conheça a autobiografia do primeiro livre-docente cego do Brasil

      
<p>Nascido em Lençóis Paulista (interior de São Paulo), Eder Pires de Camargo começou a perder a visão aos nove anos de idade e foram as dificuldades que enfrentou que o motivaram a buscar conhecimento e novas formas de superar a deficiência visual.</p><p>Sem utilizar a visão para ler e escrever deixou o fundo da sala de aula, no primeiro ano do Ensino Médio, aos 14 anos, para chegar à livre-docência em Ensino de Física, titulação superior ao doutorado. Eder é o primeiro livre-docente cego do Brasil.</p><p>Atualmente, é professor da Unesp de Ilha Solteira e da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru. Autor de três livros sobre educação inclusiva para deficientes visuais, Eder lança agora, pela Editora Plêiade, a autobiografia <em>Estrangeiro</em>.</p><p> </p><p><strong>Dificuldades e belezas</strong></p><p>Na obra, o professor fala das dificuldades de ser cego em uma sociedade planejada para pessoas que enxergam. Ele também divulga seu álbum <em>Inquietude</em>, que é trilha sonora para alguns capítulos do livro e o acompanha nas versões de CD e QR Code.</p><p> </p><p><strong>Ponto de superação</strong></p><p>No livro autobiográfico, Eder destaca a ausência de visão como um ponto de superação no desenvolvimento humano, no que diz respeito ao sentido de transformar o indivíduo e todos que estão à sua volta.</p><p>Portanto, o livre-discente defende a cegueira e a interpreta como um elemento positivo da diferença humana.</p><p>Em outra perspectiva, trata a deficiência visual como uma construção social e as formas de limitações e desvantagens de quem não enxerga.</p><p> </p><p><strong>Quedas e fracassos</strong></p><p><em>Estrangeiro</em>aborda também quedas e fracassos, trazendo ensinamentos de personagens e as marcas que eles levam consigo: dor e amor, por exemplo. Entretanto, traz perspectivas de alguém que vive tudo isso sendo cego.</p><p> </p><p><strong>Álbum Inquietude</strong></p><p>Eder apresenta ainda o álbum <em>Inquietude</em>, que dialoga com o livro por meio da tecnologia QR Code, pela qual você tem acesso a 17 músicas e outros conteúdos, como entrevistas. Ao comprar o livro, o leitor também um CD.</p><p>Confira, respectivamente nos links a seguir, as canções <a href=https://youtu.be/6US_Dpf0I7s><span><em>Atriz Dos Meus Sonhos</em></span></a>,<a href=https://youtu.be/fxF8lucTWIE><span><em>Ivone</em></span></a>e<a href=https://youtu.be/SYzA-MyNNxw><span><em>A Face do Buquê</em></span></a><em>.</em></p><p> </p><p><strong>Livros lançados sobre educação inclusiva</strong></p><p>Com temas voltados à educação inclusiva, Eder lançou <em>Inclusão e necessidade educacional especial: compreendendo identidade e diferença por meio do ensino de física e da deficiência visual</em>.</p><p>Também faz parte de sua obra <em>Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de física</em>e <em>Ensino de Ciências e Inclusão Escolar: Investigações Sobre o Ensino e a Aprendizagem de estudantes com deficiência visual e estudantes Surdos no Ambiente Escolar</em>.</p>

Nascido em Lençóis Paulista (interior de São Paulo), Eder Pires de Camargo começou a perder a visão aos nove anos de idade e foram as dificuldades que enfrentou que o motivaram a buscar conhecimento e novas formas de superar a deficiência visual.

Sem utilizar a visão para ler e escrever deixou o fundo da sala de aula, no primeiro ano do Ensino Médio, aos 14 anos, para chegar à livre-docência em Ensino de Física, titulação superior ao doutorado. Eder é o primeiro livre-docente cego do Brasil.

Atualmente, é professor da Unesp de Ilha Solteira e da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru. Autor de três livros sobre educação inclusiva para deficientes visuais, Eder lança agora, pela Editora Plêiade, a autobiografia Estrangeiro.

 

Dificuldades e belezas

Na obra, o professor fala das dificuldades de ser cego em uma sociedade planejada para pessoas que enxergam. Ele também divulga seu álbum Inquietude, que é trilha sonora para alguns capítulos do livro e o acompanha nas versões de CD e QR Code.

 

Ponto de superação

No livro autobiográfico, Eder destaca a ausência de visão como um ponto de superação no desenvolvimento humano, no que diz respeito ao sentido de transformar o indivíduo e todos que estão à sua volta.

Portanto, o livre-discente defende a cegueira e a interpreta como um elemento positivo da diferença humana.

Em outra perspectiva, trata a deficiência visual como uma construção social e as formas de limitações e desvantagens de quem não enxerga.

 

Quedas e fracassos

Estrangeiroaborda também quedas e fracassos, trazendo ensinamentos de personagens e as marcas que eles levam consigo: dor e amor, por exemplo. Entretanto, traz perspectivas de alguém que vive tudo isso sendo cego.

 

Álbum Inquietude

Eder apresenta ainda o álbum Inquietude, que dialoga com o livro por meio da tecnologia QR Code, pela qual você tem acesso a 17 músicas e outros conteúdos, como entrevistas. Ao comprar o livro, o leitor também um CD.

Confira, respectivamente nos links a seguir, as canções Atriz Dos Meus Sonhos,IvoneeA Face do Buquê.

 

Livros lançados sobre educação inclusiva

Com temas voltados à educação inclusiva, Eder lançou Inclusão e necessidade educacional especial: compreendendo identidade e diferença por meio do ensino de física e da deficiência visual.

Também faz parte de sua obra Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de físicae Ensino de Ciências e Inclusão Escolar: Investigações Sobre o Ensino e a Aprendizagem de estudantes com deficiência visual e estudantes Surdos no Ambiente Escolar.


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