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Alunos da USP prometem novos protestos

      
Os protestos de estudantes da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) vão continuar nesta semana. A partir de segunda-feira, as aulas serão usadas para discutir com os professores as dificuldades enfrentadas pela faculdade.

Na quarta-feira, às 19h30, eles irão se reunir nas escadarias do prédio da TV Gazeta, na Avenida Paulista, para uma aula pública. Anteontem, cerca de 300 estudantes da faculdade chamaram a atenção dos visitantes da 17º Bienal Internacional do Livro vestidos de preto e usando nariz de palhaço. Eles aproveitaram a presença do diretor da faculdade, Francis Henrik Aubert, que mediava um debate na Bienal, para fazer um protesto silencioso.

Os alunos de letras estão em greve por tempo indeterminado, desde quinta-feira, por causa das salas superlotadas e da falta de professores. O problema é o mesmo nos outros cursos da FFLCH. Os estudantes de filosofia, história, geografia e ciências sociais decidiram aderir à greve. Eles definirão a data de paralisação nos próximos dias.

Os professores da FFLCH reivindicam a contratação de 105 professores em um prazo de três anos. Já os alunos pedem 350, mas a reitoria só autorizou a contratação de 12. Segundo dados do relatório do corpo docente da FFLCH encaminhado à vice-reitoria, a faculdade perdeu 18,6% dos professores entre 1991 e 2000 e 32,1% dos professores poderiam se aposentar. No curso de ciências sociais, esse número pula para 59,3%. Além disso, a escola tem 20% dos alunos de toda a USP e apenas 7% dos professores.

Fonte: Jornal da Tarde
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