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Fórum de Pró-Reitores discute reformas curriculares dos cursos de graduação

      
O Recife vai sediar, a partir do próximo domingo, dia 12, o XV Fórum Nacional de Pró-Reitores de Graduação (ForGRAD), que reunirá 160 representantes de Instituições de Ensino Superior e do Ministério da Educação.

No evento, intitulado de "O ensino da Graduação: Políticas, Diretrizes e Interfaces com a Pesquisa e a Extensão", os participantes vão discutir temas ligados à reforma da grade curricular dos cursos universitários, que deverão entrar na pauta do MEC no decorrer deste ano, e mudanças no processo de avaliação interna da atividade acadêmica.

No primeiro dia de trabalhos do fórum, dia 13, que ocorrerão no Recife Palace Hotel, em Boa Viagem, os temas abordados serão: "Princípios e Fundamentos para o Ensino de Graduação", e "A Indissociabilidade Ensino-Pesquisa-Extensão". Na terça-feira, dia 14, quando estarão presentes representantes do Ministério da Educação, serão discutidos "O Panorama Atual das Diretrizes Curriculares e Perspectivas" e "Políticas e Ações para o Ensino da Graduação". Os dois dias seguintes, o Fórum destinará às discussões internas e à elaboração de um documento-base com o resumo do evento.

Oportunidade

Segundo o pró-reitor para Assuntos Acadêmicos da Universidade Federal de Pernambuco, Roberto Quental Coutinho, o encontro ? que ocorre pela primeira vez no Recife ? é oportuno por trazer à tona o debate sobre as mudanças da grade curricular dos cursos de graduação.

Coutinho adianta que, desde o final do ano passado, o Ministério da Educação vem aprovando as novas diretrizes curriculares e que, neste ano, deverão se realizar as mudanças mais profundas na vida acadêmica. "Estamos norteando essas transformações para não só atender às novas demandas de mercado, como para que a Universidade atue como indicador de futuro das profissões", salientou Coutinho.

Dentre as inovações propostas para a reformulação dos cursos universitários estão a maior flexibilidade da grade curricular e a maior interação entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão. "Antes, nós não podíamos adequar os cursos às transformações sociais, sem que fossem necessárias mudanças estruturais nas normas. Estamos propondo que os cursos de graduação ofereçam uma base sólida de conhecimento, mas que disponham de mecanismos acadêmicos para preparar seus profissionais para um mercado dinâmico e, cada vez mais, comprometido com a sociedade", adianta o pró-reitor.

Outra das novidades apresentadas nesse processo é quanto ao aproveitamento das atividades de extensão para cumprimento das exigências de créditos acadêmicos pelos alunos de graduação. "É cada vez mais necessário que o estudante se insira em atividades práticas antes mesmo de deixar a universidade.

E, ao considerarmos as atividades de extensão como crédito disciplinar, estamos incentivando esse engajamento", atesta Roberto Coutinho. O pró-reitor, por outro lado, adverte: "é importante salientar que essas atividades, uma vez reconhecidas como crédito, passam a ser orientadas com todo o rigor acadêmico exigido pela universidade".

Fonte: UFPE
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