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Desemprego aumenta para formados

      
A pernambucana Viviane Freitas, 24 anos, está desempregada e se encaixa no perfil do "novo pobre" brasileiro revelado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o levantamento, a quantidade de pessoas com formação superior sem trabalho cresceu em todo país. De todos os chefes de domicílio com alta escolaridade, 2,7% estavam sem renda em 1991.

Hoje, são 9,8%, um salto de 230%. A boa notícia é a de que os domicílios ficaram melhor equipados nos anos 90. O censo revela que, entre 1991 e 2000, houve crescimento significativo de bens duráveis e serviços na casa do brasileiro. Os campeões foram o telefone fixo, o carro e a máquina de lavar. Mas os produtos mais comuns continuaram sendo o rádio, a televisão e a geladeira. Eles estão em mais de 80% dos domicílios.

Dos cerca de 44 milhões de residências, 39,1 milhões têm rádio, 38,9 milhões possuem televisão e 37,2 milhões contavam com geladeira ou freezer em 2000. Os três apresentaram crescimento em relação ao início dos anos 90. Mas as maiores elevações foram registradas no consumo de bens que podem ser considerados mais supérfluos. Desde 1991, os domicílios com automóvel subiram 42%, e os que têm máquina de lavar, 26%. O mesmo ocorreu com serviços. O Brasil em 2000 tinha mais linhas telefônicas (passou de 18,6% para 39,7%), mais esgoto (52,4% para 62,2%) e mais iluminação elétrica (86,9% para 93%).

Fonte: Correio Braziliense.
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