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Vitória aos 45 minutos

      
Virar o jogo aos 45 minutos do segundo tempo é difícil, mas a vitória é mais gostosa. Bernardo Vieira Paim sabe o que isso quer dizer. Depois de não passar no vestibular 2002 da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), ele não desanimou e partiu para o ataque. Sua determinação valeu uma vaga no curso de medicina da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), considerado o melhor do país no Provão do MEC.

"Meu sonho era mesmo estudar na UFRJ, que é a melhor faculdade de medicina. Agora posso encher a boca para dizer que passei no vestibular", conta Bernardo, que ficou em 28 lugar no concurso e passou também para a UNIRio (Universidade do Rio de Janeiro) e para a UFF (Universidade Federal Fluminense). Driblar o nervosismo e continuar estudando foi um passo fundamental para quem não havia entrado na Uerj e ainda tinha todas as provas das faculdades federais pela frente.

E se ganhar e perder fazem parte do jogo, o professor Hélcio Gomes, do sistema Miguel Couto, lembra que em momento algum o estudante deve desanimar: "Essa é uma palavra proibida na vida de qualquer pessoa, e principalmente na de um vestibulando". Depois de ficar em 80 lugar na Uerj, mesmo tendo tirado conceito A no exame de qualificação, Thiago Augusto Silva de Lima precisava mesmo fazer alguma coisa para melhorar o seu astral. E não fez por menos: bateu um bolão e faturou o primeiro lugar no curso de desenho industrial da UFRJ. "Até perdi um pouco do interesse quando vi o resultado da Uerj, que era a minha prioridade. Mas continuei estudando. Sinceramente, não achei a prova da UFRJ difícil", conta Thiago, que é aluno do colégio GPI e vai tentar novamente uma vaga na Uerj.

Para quem garantiu um primeiro lugar na UFRJ não deve ter sido complicado mesmo resolver as questões. Mas reza a lenda que as provas das federais são as mais difíceis no Rio. Será que o adiamento dos concursos teve alguma influência sobre as provas e os candidatos? A coordenação do vestibular da UFRJ preferiu nem comentar esta hipótese, mas Bernardo tem a sua explicação. "Foi bom ter mais cinco meses de estudo", diz o rapaz, que foi aluno da Casa do Vestibulando e teve aulas extras no curso Intelectus.

Fonte: O Globo.
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