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Parceria visa revitalização do campus

      
Os parceiros da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) envolvidos no movimento "Sociedade Abraça a Universidade" e a própria instituição negam que os projetos sejam uma forma de privatizar a universidade. "Não estamos comprando a UFMT. Não queremos dar dinheiro para a universidade, mas sim montar parcerias para desenvolver projetos que possam ajudar a instituição. O que nós queremos é envolver a sociedade para que todos juntos possam ajudar a UFMT", destaca o vice-presidente da Fiemt, Oscar Soares Martins.

Quem também defende que a instituição não está caminhando para a privatização é o pró-reitor de Planejamento da UFMT, José Manoel Henriques. Ele conta que o movimento partiu de ex-alunos da universidade preocupados com a atual situação da instituição.

"O movimento não tem a intenção de substituir o papel do governo. Acreditamos que a parceria é uma forma que temos para preservar a universidade pública. Faltam recursos para investir em melhorias. Este tipo de projeto é uma forma das empresas exercitaram o papel social", garante. Além do grupo "Cara Nova" o movimento tem outros quatro: o "Bicho Amigo", que vai cuidar da revitalização do zoológico e tem como parceiro a Federação da Agricultura de Mato Grosso (Famato).

O grupo "Informática e Telecomunicações", que vai buscar a modernização da atividade tecnológica e a instalação de redes de internet no campus, o grupo "Mente Sã e Corpo São", que irá recuperar e readequar o complexo poliesportivo da UFMT. O quinto grupo é o "Livro Amigo", que tem como objetivo atualizar a biblioteca com a aquisição de novos títulos.

Fonte: A Gazeta
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